O APEGO FICA À PORTA


Já alguma vez sentiste que o teu caminho é por “alí” mas existe algo que te prende? Sabes a resposta mas não consegues agir? Deixar algo para trás exige aceitação e entrega. Só quando aceitamos que “tudo pode acontecer” e nos entregamos, começamos a fazer o percurso. Sentimos medo de dar o próximo passo, mas no fundo nós acreditamos que “aquele é o caminho certo”. Exige também coragem, para não fugirmos de nós. Coragem para irmos ao encontro da nossa essência. Quando estamos nessa encruzilhada, começamos a “fazer contas” a tudo aquilo que vamos deixar para trás, para seguir o novo caminho. Todas as experiências, as pessoas, a segurança. Entramos em modo racional. É neste modo que mais uma vez fugimos de nós, para sermos aquilo que devemos ser. E mesmo quando damos novamente o passo atrás, algo continua a puxar-nos e a dizer-nos que esse não é o caminho. A resistência que é criada, entre aquilo que devemos ser e aquilo que queremos ser é que nos leva ao sofrimento. Em vez de vivermos, sobrevivemos. Acomodamo-nos uns aos outros. Deixamo-nos estar. Até que o conformismo toma conta de nós. E desistimos. As certezas que procuramos para seguir em frente, não existem fora de nós. Quando observamos o que está a acontecer, afastamo-nos da armadilha dos nosso pensamentos. Começamos a perceber que nós não somos esses pensamentos. Nós somos aquele que os consegue observar. Aquele que tem a liberdade para ser o que quiser. E talvez nesse momento, estejamos preparados para abrir aquela porta, que nos vai levar a um caminho onde tudo é possível. Onde tudo é alcançável. E onde o apego fica à porta. “Sente a liberdade do teu próprio Ser. A plenitude do teu próprio Ser. Então nada será obstáculo”


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