A VIDA É QUE PASSA

Começamos a prepara-nos para receber o novo Ano. Com isto vêm as nossas listas de objetivos. Alguns, já pensámos a meio do Ano, mas como não existia a barreira mental de transição, decidimos adiar. Outros são novos, tendo em conta a nossa circunstancia de vida, e mais uma vez vamos aproveitar a passagem, para começarmos a colocar em prática. Outros já são repetidos e todos os anos estão na nossa lista de itens a fazer. A nossa motivação é tão grande, pois está a chegar o momento de fazer a lista. O momento que desejámos. Começamos então a passar esse desejo para o papel. Com uma caneta nova, ou um caderno novo apropriado para o tema. Enumeramos os nossos objetivos e estamos prontos para voa

NOVOS CAMINHOS

Aproximamo-nos do Natal. Muitos de nós desejam esta época e outros simplesmente querem que ela passe. Esta época leva-nos às nossas memórias, às nossas experiências, aos momentos em que partilhámos histórias com outros, aos momentos em família. Se as mesmas pessoas ainda fizerem parte da nossa vida, vamos repetir o mesmo que o ano passado. Vamos comprar os presentes, fazer os doces de Natal, decidir onde vai ser passado... Se já não fizerem parte da nossa vida, torna-se tudo mais silencioso. Paramos, escutamos, observamos. E é nesse silencio que a magia acontece. É com a nossa criatividade que seguimos em frente. Sentimos nostalgia, mas conseguimos criar uma nova realidade para nós. A form

NINGUÉM É DE NINGUÉM

Provavelmente, todos nós, já experienciámos um estado de paixão, quando simplesmente, nos apaixonamos por alguém. Existe uma intensidade emocional tão forte que todos os problemas naquele momento, parecem deixar de existir. Ficamos focados e orientados para aquela pessoa, viciados e tornamo-nos mais frágeis.Naquele momento, instala-se uma anarquia emocional, em que tudo é confundido com Amor. Nessa descarga emocional, existe um certo grau de dependência. Apegamo-nos ao outro de tal forma, que no momento em que as nossas expetativas forem defraudadas, sentimentos de raiva e frustração tomam conta de nós. O outro já não é objeto de “Amor” mas sim do oposto. E como pode o verdadeiro Amor ter o

SUPERAR A ROTINA

Somos livres. Sabemos voar mas queremos andar apenas em terra. É mais seguro. Não nos apercebemos que podemos abrir as asas e simplesmente sentir. Sentir a brisa da vida que nos passa ao lado tantas vezes. Fazemos o caminho para casa e nem nos apercebemos qual foi. Sabemos por rotina, por hábito. Nesse hábito já enraizado, já alguma vez olhamos para a árvore que se encontra no meio dos prédios, a flor que entretanto cresceu junto à berma da estrada, os raios de sol que iluminam o horizonte, ou o movimento das nuvens, tal como o movimento da vida, que torna tudo passageiro e impermanente. Esse hábito que se instala em nós torna-nos rígidos e resistentes. Relacionamo-nos distantemente, à esp

Publicações em destaque
Arquivo
Publicações Recentes