<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>paulocordeiro</title><description>paulocordeiro</description><link>https://www.paulocordeiro.pt/publicacoes</link><item><title>DIFICULDADES EMOCIONAIS? ISTO É PARA TI</title><description><![CDATA[Se te deparas com dificuldades emocionais, este texto é para ti:1º Não há nada de errado contigo. As tuas sensações e emoções são uma expressão de quem és. E todas são válidas. 2º Quanto mais tentas fugir daquilo que sentes, mais tentas fugir de ti mesmo 3º Aquilo que sentes é uma parte de ti que apenas se procura reintegrar. 4º Crias resistência e por sua vez sofrimento, quando vais na direção oposta aquilo que temes. Podes até mesmo ser perseguido durante toda a tua vida. 5º Ao ires ao<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_f5f6b408e10c42f8b4be4b108044e7ad%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_626/6b6524_f5f6b408e10c42f8b4be4b108044e7ad%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2019/01/09/DIFICULDADES-EMOCIONAIS-ISTO-%C3%89-PARA-TI</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2019/01/09/DIFICULDADES-EMOCIONAIS-ISTO-%C3%89-PARA-TI</guid><pubDate>Wed, 09 Jan 2019 10:36:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_f5f6b408e10c42f8b4be4b108044e7ad~mv2.jpg"/><div>Se te deparas com dificuldades emocionais, este texto é para ti:</div><div>1º Não há nada de errado contigo. As tuas sensações e emoções são uma expressão de quem és. E todas são válidas. 2º Quanto mais tentas fugir daquilo que sentes, mais tentas fugir de ti mesmo 3º Aquilo que sentes é uma parte de ti que apenas se procura reintegrar.  4º Crias resistência e por sua vez sofrimento, quando vais na direção oposta aquilo que temes. Podes até mesmo ser perseguido durante toda a tua vida. 5º Ao ires ao encontro daquilo que temes, vais ao encontro de ti. A única coisa que interfere é a resistência que aprendeste a usar. 6º Permite-te durante o dia observares o que sentes, acolhendo essa parte de ti. Quando estiveres sozinho, poderás até sentar-te com essa sensação e falares com ela, deixando que ela se manifeste em ti. Ela só necessita de espaço para se expressar</div><div>Nota: Aquilo a que resistes, persiste. Quando te permites de uma forma consciente atravessar toda a emoção, abandonas a resistência e permites integrar essa parte de ti. Tudo o que faças na direção oposta vai criar mais resistência. Sim, é importante ir apaziguando por vezes essas sensações, e podes sempre fazê-lo. Contudo, lembra-te que aquilo que sentes apenas te está a chamar a atenção para algo. Então é importante que escutes a mensagem.</div><div>Não é um processo fácil, mas se calhar também não tem sido até aqui. Podes procurar ajuda e está tudo bem. Ao ires reintegrado as peças que faltam através das tuas emoções e sensações, escolhes o caminho da unidade. O caminho que te permite tornares-te de novo mais completo. E podes começar a fazê-lo agora.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CONSTRUIR UMA RELAÇÃO EXIGE ESFORÇO</title><description><![CDATA[Porque queremos uma relação? Secalhar não fazemos a mínima ideia ao que responder, de qualquer forma e de alguma forma entrámos nela. Ou já saímos. Seja em que caso for, e partindo do principio que tudo é impermanente, como construir uma relação o mais saudável possível? Bem, partindo de teorias e experiências, arrisco-me a dizer que uma relação só pode ser saudável, se assumires que és responsável pela tua parte. Responsabilizares-te pelos teus atos, pensamentos, sentimentos, vai colocar-te<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_290474c7faf342b88ee841b2098a30da%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_434/6b6524_290474c7faf342b88ee841b2098a30da%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/09/24/CONSTRUIR-UMA-RELA%C3%87%C3%83O-EXIGE-ESFOR%C3%87O</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/09/24/CONSTRUIR-UMA-RELA%C3%87%C3%83O-EXIGE-ESFOR%C3%87O</guid><pubDate>Mon, 24 Sep 2018 12:58:21 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_290474c7faf342b88ee841b2098a30da~mv2.jpg"/><div>Porque queremos uma relação? Secalhar não fazemos a mínima ideia ao que responder, de qualquer forma e de alguma forma entrámos nela. Ou já saímos. Seja em que caso for, e partindo do principio que tudo é impermanente, como construir uma relação o mais saudável possível? Bem, partindo de teorias e experiências, arrisco-me a dizer que uma relação só pode ser saudável, se assumires que és responsável pela tua parte. Responsabilizares-te pelos teus atos, pensamentos, sentimentos, vai colocar-te numa posição ativa e atenta, e não numa posição passiva e reativa. Vai permitir-te usares o espelho que a relação te proporciona, para também fazeres esse trabalho em ti. Sentir aquelas borboletas no estômago, provavelmente é fácil para a maioria no inicio de um relacionamento. Pode até passar algum tempo ou muito em que isso esteja presente. Contudo, se estivermos dependentes deste sentimento, a relação está condenada à partida, pois não existe nenhum esforço para construir a relação. Sim, a relação necessita de esforço. Não o esforço, para servir de saco de pancada para o companheiro, nem do esforço de fazer tudo o que o outro quer. Falo, por exemplo, do exercício diário da gratidão (atenção: não temos que estar gratos por levar porrada todas os dias. Há que discernir). Falo por exemplo, de perceber quais os comportamentos que temos que afetam a outra pessoa, e se assim entendermos trabalhá-los para transforma-los. Assumir a responsabilidade pelas nossas ações, é fundamental. As situações difíceis vão acontecer. E nessas situações, os sentimentos vão estar ao rubro, a raiva vai tomar conta de nós, que nos coloca numa situação de orgulho e depois tudo pode acontecer. E é nesse momento que é necessário esforço. É necessário o esforço necessário para estar atento ao que está a acontecer dentro de nós. Para perceber como o diálogo interno naquele momento está a ser altamente destrutivo. E há medida que estas situações vão sendo enfrentadas em nós, mais entendimento vai surgindo. Tanto em nós, como na relação. E a relação também serve para isto. Se continuarmos à espera que as borboletas estejam sempre a voar no nosso estômago, acabamos por ficar dependentes de uma sensação que não dura para sempre. A relação torna-se mais difícil quando apenas uma das partes (ou nenhuma) quer fazer um exercício semelhante. O que acontece é que a outra parte, vai adotar o papel de vitima, amuando e culpando o outro sempre que possível, perdendo a oportunidade de se responsabilizar por si. Os caminhos começam então a ser diferentes, pois os valores de cada um na relação são diferentes. Há medida que o tempo passa e as borboletas desaparecem , isto fica mais visível. E nisto, a dependência para estar sempre a sentir aquela paixão ardente dos primeiros tempos, pode fazer terminar a mesma, e andar a saltar de relação em relação à procura do mesmo sentimento, achando que isso é que é Amor. Bem, todos os dias vou aprendendo um pouco mais sobre o que é isto do Amor. E chego à conclusão que cada vez mais sei o que não é o Amor. E que provavelmente o Amor exige algum esforço. O esforço para te Amares, para tomares a consciência necessária que está tudo dentro de ti. E nessa buscar pelo teu Amor, aquilo que podes fazer na relação é partilhar e apoiar quando necessário. Inspirando-me na frase que li ontem e voltando a publica-la , por agora termino. “...Uma relação saudável é quando duas pessoas resolvem os seus próprios problemas para se sentirem felizes uma com a outra” Viva as relações!! </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>QUE A VIDA NÃO SEJAM SÓ...DISTRAÇÕES</title><description><![CDATA[A dificuldade que existe em “parar” é visível em cada momento. Os telemóveis tomam conta das refeições, a música em alto som que é substituída pelo silêncio da natureza, as noticias que insistem em expor todos os temas mais densos (e que dessa forma alimentam os nossos processos mentais), a competição excessiva que se tornou um modo de vida, e a lista por ai continua... Tal como o sol nasce e abre portas a um novo dia, o mesmo também necessita do seu descanso deixando de iluminar uma parte do<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_3691c47cbd69429286d9352d0799377f%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_355/6b6524_3691c47cbd69429286d9352d0799377f%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/08/27/QUE-A-VIDA-N%C3%83O-SEJAM-S%C3%93DISTRA%C3%87%C3%95ES</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/08/27/QUE-A-VIDA-N%C3%83O-SEJAM-S%C3%93DISTRA%C3%87%C3%95ES</guid><pubDate>Mon, 27 Aug 2018 10:31:04 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_3691c47cbd69429286d9352d0799377f~mv2.jpg"/><div>A dificuldade que existe em “parar” é visível em cada momento. Os telemóveis tomam conta das refeições, a música em alto som que é substituída pelo silêncio da natureza, as noticias que insistem em expor todos os temas mais densos (e que dessa forma alimentam os nossos processos mentais), a competição excessiva que se tornou um modo de vida, e a lista por ai continua... Tal como o sol nasce e abre portas a um novo dia, o mesmo também necessita do seu descanso deixando de iluminar uma parte do globo terrestre. Tal, deveria ser também para nós. No momento do tão merecido descanso, o corpo deveria encostar-se na cama e adormecer profundamente, respeitando os ciclos de sono, para que de manhã, acordássemos para um novo dia. Mas, para a maioria as coisas não acontecem desta forma. A dificuldade em adormecer insiste em estar presente todas as noites, e mesmo quando lá conseguimos, em vez de acordarmos de manhã, despertamos a meio da noite. Isto, se for apenas uma vez. Parar, tornou-se a maior dificuldade, o maior desafio. Tornámo-nos viciados em estados acelerados. As inúmeras distrações que existem por aí, são apenas uma forma, e como o nome indica, de nos distrair daquilo que é mais importante. Não sou contra as distrações. Que o façamos e que de preferência sejam distrações ecológicas para nós. Mas, que estas não sejam o nosso estilo de vida e que façam justiça à palavra. Que não se tornem uma rotina e um hábito, perdendo a oportunidade de olhar para algo que deve ser olhado e transformado. E atenção! Pode passar uma vida inteira sem conseguirmos fazer isto uma única vez. Parar. Parar significa apenas conseguirmos estar conosco. Que existam momentos durante o dia, onde a dependência de uma distração é substituída por algo mais profundo. Onde, por exemplo, consigamos contemplar um por do sol de uma forma mais genuína, sem lhe darmos o nome de Sunset party. Onde a meditação possa fazer parte do nosso estilo de vida, mas que não o façamos por estilo mas por acreditarmos que somos mais do que aquilo que achamos que somos. Temos uma beleza em nós que é difícil de nomear. A cada momento existe a oportunidade de começarmos a entrar em contacto com Ela, apesar de também poder emergir tudo aquilo de que temos vindo a fugir. Tudo é válido. Tudo está certo. Aquilo que fazes a cada instante é da tua responsabilidade. Só tu podes fazer as mudanças necessárias na tua vida. Com ou sem ajuda. Com ou sem natureza. Com ou sem tantas distrações. Mas que no fundo, dês importância ao que realmente é mais importante. Que o caminho de volta até ti seja feito em cada dia, em cada momento. Afinal, tu mereces isso...</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>&quot;O TEMPO VAI DEVOLVER CADA PASSO QUE DÁS&quot;</title><description><![CDATA[Assumir responsabilidade perante a vida implica um respeito pela pessoa mais importante da nossa vida, “nós”. Sabemos opinar, criticar, julgar, conseguimos teoricamente decidir sobre a vida de todos, mas temos dificuldade em assumir as rédeas da nossa. Quando estamos focados na vida de outros, isso não implica responsabilidade. Logo, tudo se torna mais fácil. Estamos na nossa zona de conforto. Responsabilizarmo-nos pela nossa vida, está intimamente ligado à liberdade. E para termos liberdade,<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_896b9d8cb28a47a8a8ee71382c4c994b%7Emv2_d_4000_2667_s_4_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_417/6b6524_896b9d8cb28a47a8a8ee71382c4c994b%7Emv2_d_4000_2667_s_4_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/08/13/O-tempo-vai-devolver-cada-passo-que-d%C3%A1s</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/08/13/O-tempo-vai-devolver-cada-passo-que-d%C3%A1s</guid><pubDate>Mon, 13 Aug 2018 13:05:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_896b9d8cb28a47a8a8ee71382c4c994b~mv2_d_4000_2667_s_4_2.jpg"/><div>Assumir responsabilidade perante a vida implica um respeito pela pessoa mais importante da nossa vida, “nós”. Sabemos opinar, criticar, julgar, conseguimos teoricamente decidir sobre a vida de todos, mas temos dificuldade em assumir as rédeas da nossa. Quando estamos focados na vida de outros, isso não implica responsabilidade. Logo, tudo se torna mais fácil. Estamos na nossa zona de conforto. Responsabilizarmo-nos pela nossa vida, está intimamente ligado à liberdade. E para termos liberdade, temos de assumir essa responsabilidade. A responsabilidade pelas nossas escolhas, sabendo que todas as decisões que tomarmos estão certas. Sim, estão certas. Todas a decisões nos vão levar a algum lado. Esse lugar, como desconhecemos e não controlamos, torna-se uma ameaça e então a decisão mais segura, por vezes, acaba por ser não decidirmos. Curioso, é que ao não decidirmos estamos a decidir. Mas, neste último caso, já sabemos o que nos reserva. Por vezes é mais do mesmo, até chegar a um ponto em que o conflito é de tal forma insuportável, que nos obriga de algum forma a fazer uma escolha diferente.</div><div>Então, quando fazemos uma escolha sobre algo, é importante tirar a pressão do certo e do errado. Estes conceitos são aqueles que nos levam a não fazer nada, ou então a fazer o que é “mais correto”. E esta é a armadilha. Uma armadilha muito bem montada. Muito subtil.</div><div>Não tem que ser como os outros dizem. Não tem que ser com a rigidez com que muitos sugerem. Não tem haver com luta. Luta é como provavelmente tem sido o caminho até aqui. Com esforço, com dedicação, com trabalho árduo. Tudo isto é apenas mais um conceito.</div><div>Quanto mais conectados estivermos com a nossa verdade, com a nossa intuição, mais vamos conseguir percepcionar o que é melhor para nós. E, através dessa mensagem podemos escolher ou não. Tudo depende se estamos dispostos a assumir responsabilidade. E, as escolhas exigem isso. Sabendo que por vezes vais chorar e noutras vais sorrir. Em algumas vais Amar e noutras vais odiar. Bem vindo à experiência humana. E nessa experiência vais poder crescer, transformar-te. Esta é a oportunidade. Uma oportunidade que está em cada passo. Em cada escolha. Como diz a música: “ O tempo vai devolver cada passo que dás”.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>EM DIREÇÃO AO SOL</title><description><![CDATA[Existem dois tipos de pessoas. Aqueles que se resignam e aqueles que aceitam e seguem em frente. Apesar de à partida parecerem o mesmo, não são. Aliás, são opostos. O primeiro tem uma atitude mais passiva e o segundo uma atitude mais ativa. Apesar das circunstâncias da vida e da dor que está a ser vivida, há que seguir em frente em direção ao sol.Hoje, escrevo especialmente para aqueles que são aventureiros da vida. Todos aqueles que procuram libertar-se daquilo que está a mais. Aqueles que se<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_a24ef2cb5de54bbc9247531fb278f309%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_469/6b6524_a24ef2cb5de54bbc9247531fb278f309%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/06/16/EM-DIRE%C3%87%C3%83O-AO-SOL</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/06/16/EM-DIRE%C3%87%C3%83O-AO-SOL</guid><pubDate>Sat, 16 Jun 2018 11:35:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_a24ef2cb5de54bbc9247531fb278f309~mv2.jpg"/><div>Existem dois tipos de pessoas. Aqueles que se resignam e aqueles que aceitam e seguem em frente. Apesar de à partida parecerem o mesmo, não são. Aliás, são opostos. O primeiro tem uma atitude mais passiva e o segundo uma atitude mais ativa. Apesar das circunstâncias da vida e da dor que está a ser vivida, há que seguir em frente em direção ao sol.</div><div>Hoje, escrevo especialmente para aqueles que são aventureiros da vida. Todos aqueles que procuram libertar-se daquilo que está a mais. Aqueles que se respeitam e que acreditam que a vida é mais para além daquilo que construiram. Olhar para dentro é um desafio, mas é a única forma de conseguirmos obter liberdade. Essa que todos falam mas que poucos a têm. Olhar para dentro pode ser assustador, pode ser sufocante. Por vezes pode apetecer fugir. Por vezes apetece não olhar. É como voar numa noite de tempestade. É escuro, é incerto, é agitado. Mesmo durante o caminho poderá surgir indecisão. Será que estou no caminho certo? Por vezes pode vir uma vontade de voltar para trás, pois antes parecia ser tudo muito mais fácil. A solidão por vezes é sentida, pois só nós sabemos o que se passa cá dentro.</div><div>Ninguém disse que era fácil, apesar de existirem por ai muitas pílulas do sol. Mas, se calhar também não tem sido fácil até aqui. Quantos anos te empenhaste a construir o teu estado atual? Quantos anos tens passado escondido, com medo, paralisado? Se calhar, está então na altura de te juntares aqueles que aceitam e que com todas as dores de crescimento, assumem a responsabilidade da sua vida. Sem promessas, pois as promessas são mais uma forma de repressão. Dizemos que é para sempre e depois somos obrigados a cumprir. Não. Com todo o respeito pela pessoa que és, com todo o respeito pelo teu caminho, pelo teu tempo, pelas tuas dores. Não há ninguém igual a ti. E, nem mesmo ninguém poderá fazer o caminho por ti.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>TUDO AQUILO QUE NECESSITAS ESTÁ À DISTANCIA DE UM OLHAR</title><description><![CDATA[Seja qual for o teu propósito ou missão, estes estão diretamente ligados com a importância de te conheceres, de descobrires quem és. Mergulhares na profundidade do teu Ser é um ato de coragem. Mas também o maior ato de Amor. É um caminho por vezes montanhoso e por vezes mais plano. Por vezes é necessário parar. Outras vezes é necessário escolher. Faz parte do processo de vivermos esta experiência humana.A forma como te entregas aos outros está diretamente ligada à forma como te entregas a ti. E<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_e88b462f44c9480bb9da0645553c890c%7Emv2_d_1600_1200_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/6b6524_e88b462f44c9480bb9da0645553c890c%7Emv2_d_1600_1200_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/05/24/TUDO-AQUILO-QUE-NECESSITAS-EST%C3%81-%C3%80-DISTANCIA-DE-UM-OLHAR</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/05/24/TUDO-AQUILO-QUE-NECESSITAS-EST%C3%81-%C3%80-DISTANCIA-DE-UM-OLHAR</guid><pubDate>Thu, 24 May 2018 09:18:53 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_e88b462f44c9480bb9da0645553c890c~mv2_d_1600_1200_s_2.jpg"/><div>Seja qual for o teu propósito ou missão, estes estão diretamente ligados com a importância de te conheceres, de descobrires quem és. Mergulhares na profundidade do teu Ser é um ato de coragem. Mas também o maior ato de Amor. É um caminho por vezes montanhoso e por vezes mais plano. Por vezes é necessário parar. Outras vezes é necessário escolher. Faz parte do processo de vivermos esta experiência humana.</div><div>A forma como te entregas aos outros está diretamente ligada à forma como te entregas a ti. E para te entregares a ti é necessário que vás descobrindo quem és. Que vás abrindo espaço aí dentro, para que aquilo que escondes se manifeste. Eu sei que é mais fácil não olhar. É mais seguro não “mexer” naquilo que não conhecemos. Dar passos no conhecido é saber com o que contar, e nesse campo nós somos especialistas. Especialistas em controlar. Especialistas em fingir que está tudo bem. Especialistas nas mais diversas áreas. Não somos assim tão diferentes.</div><div>A diferença não está na superfície. Na superfície tudo parece igual. A diferença está na capacidade de cada um se permitir ficar vulnerável, deixando de “abafar” as emoções para que ninguém veja. Deixando de criar rótulos em tudo o que fazemos e sentimos. Deixando de acreditar em tudo o que vemos ou ouvimos. Deixando de viver na ilusão de que tudo passa, se continuamos a dar os mesmos passos. Sim, a vida vai passando todos os dias um pouco mais. E se hoje doí, se hoje está insuportável, se hoje te apetece desistir, experimenta fazer algo diferente. Experimenta começar a olhar mais para aquilo de que tens fugido a vida toda. Não é lá fora que vais encontrar as respostas. É mais perto do que pensas. É mais perto do que o café do lado. É mais perto do que o supermercado ou a frutaria mais próxima. É mais perto do que atravessar para o outro lado do mundo. Estão todas aí. Vão contigo para todo o lado, na esperança que seja hoje que lhes comeces a dar atenção.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O TEU COMPORTAMENTO É UMA FORMA DE TE ESCONDERES DE QUEM ÉS</title><description><![CDATA[O teu comportamento não é quem és. Até que ponto sabes que isto é verdade? Não falo apenas na questão racional e intelectual, mas da profundidade com que isto ecoa dentro de ti. Até que ponto sabes que não és o que construiste? Construiste essa personalidade, e lamento desiludir-te mas não és tu. Verifica se há conflito quando lês estas palavras. O que sentes em ti? Deixa que esse conflito te leve num caminho de volta a ti mesmo. É uma viagem, sem dúvida. Todos os teus comportamentos são pistas<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_839b679e25fe45c8bcc8c880744c6f0f%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_411/6b6524_839b679e25fe45c8bcc8c880744c6f0f%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/05/07/O-TEU-COMPORTAMENTO-%C3%89-UMA-FORMA-DE-TE-ESCONDERES-DE-QUEM-%C3%89S</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/05/07/O-TEU-COMPORTAMENTO-%C3%89-UMA-FORMA-DE-TE-ESCONDERES-DE-QUEM-%C3%89S</guid><pubDate>Mon, 07 May 2018 12:20:45 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_839b679e25fe45c8bcc8c880744c6f0f~mv2.jpg"/><div>O teu comportamento não é quem és. Até que ponto sabes que isto é verdade? Não falo apenas na questão racional e intelectual, mas da profundidade com que isto ecoa dentro de ti. Até que ponto sabes que não és o que construiste? Construiste essa personalidade, e lamento desiludir-te mas não és tu. Verifica se há conflito quando lês estas palavras. O que sentes em ti? Deixa que esse conflito te leve num caminho de volta a ti mesmo. É uma viagem, sem dúvida. Todos os teus comportamentos são pistas que te permitem saber o caminho de regresso a casa. São como dados num mapa. É como brincar à caça ao tesouro. Não é necessário levares tudo tão a sério. Aceita as tuas limitações agora. Mas, para aceitares tens de saber o que vais aceitar. Então, é importante começares a conhecer-te. Pode ser que conheças melhor os outros que a ti mesmo. Mais uma vez, se sentires desconforto é mais uma pista. Vai colocando no mapa. Mas não leves tudo tão a sério. Acredito que não estás aqui para sofrer. Está aqui para te lembrares de quem és. Então, reúne as pistas e mergulha, flutua, faz da forma que te fizer mais sentido. Porque é esse sentir, que faz todo o sentido. Deixa as teorias, deixa de querer ter razão. Deixa de olhar para o outro, mas se o fizeres que seja para permitires observar aquilo que está dentro de ti e que não queres ver. Não leves tudo tão a sério. É pelo facto de achares que tudo é importante que levas a vida tão a sério. Vida é vida. Não existe vida e trabalho. Não existe vida e relações. O todo é composto pela soma de vários aspectos. O todo é a vida. E ela quer que abuses dela. Ela quer que usufruas. Que desfrutes. Que o faças com o coração, que em algum momento ficou fechado. Que te conectes com esse Amor que já existe, que hoje pode estar mascarado em dependência, rigidez, frieza, etc... Mas, máscaras são máscaras. E que chegue a um ponto, que a tua vontade de as usar seja apenas no carnaval, sabendo que neste momento &quot;ninguém leva a mal&quot;. Nem mesmo tu.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CONFIA. A VIDA VAI ESTAR SEMPRE A SORRIR PARA TI</title><description><![CDATA[Ensinaram-nos a pensar, mas não nos ensinaram a expressar. Contudo, também não seria necessário ensinarem-nos a fazê-lo. É um reflexo natural da nossa espontaneidade. Vamos aprendendo através da nossa expressão e por isso a inibimos. De alguma forma o aprendemos. Inibimos para sermos aceites, para sermos amados. Deixamos de ser espontâneos para sermos mais um, esquecendo a nossa individualidade. Não somos iguais a ninguém, por mais que nos esforcemos para ser. Aliás, tudo o que temos vindo a<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_aed669469358478ba056eaf9aa7c660f%7Emv2.jpg/v1/fill/w_607%2Ch_406/6b6524_aed669469358478ba056eaf9aa7c660f%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/05/02/CONFIA-A-VIDA-VAI-ESTAR-SEMPRE-A-SORRIR-PARA-TI</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/05/02/CONFIA-A-VIDA-VAI-ESTAR-SEMPRE-A-SORRIR-PARA-TI</guid><pubDate>Wed, 02 May 2018 19:15:17 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_aed669469358478ba056eaf9aa7c660f~mv2.jpg"/><div>Ensinaram-nos a pensar, mas não nos ensinaram a expressar. Contudo, também não seria necessário ensinarem-nos a fazê-lo. É um reflexo natural da nossa espontaneidade. Vamos aprendendo através da nossa expressão e por isso a inibimos. De alguma forma o aprendemos. Inibimos para sermos aceites, para sermos amados. Deixamos de ser espontâneos para sermos mais um, esquecendo a nossa individualidade. Não somos iguais a ninguém, por mais que nos esforcemos para ser. Aliás, tudo o que temos vindo a fazer tem sido em esforço. Esforçamo-nos para pertencer, e afastando-nos da nossa individualidade, acabamos por viver uma ilusão. É um espetáculo de ilusionismo, de forma a ver quem o faz melhor. Pensamos que estamos a iludir os outros, quando no fundo nos estamos a enganar a nós. Vai chegar um momento em que podes sentir que já não está tudo bem. Em que podes sentir que o esforço tem sido tanto, que já não aguentas mais. E é nessa altura que questionas. Começas a questionar tudo. Começas a não sentir-te enquadrado. Começas a sentir que a vida é mais para além daquilo que já viveste. A dor está lá. Mas não queres lidar com ela. Ela vem, exatamente para te mostrar que deves fazer algo diferente. Para te motivar a olhar para outras alternativas. Para saíres do ciclo vicioso em que caminhas, com medo do que está além. Com medo de ficares só, apenas na tua companhia. A vida oferece-te esta oportunidade. É a vida que está do teu lado. Ela não quer a tua dor. Ela quer a tua alegria. Ela quer ver-te sorrir. Quer ver-te expressares a tua individualidade, tal e qual como ela te concedeu. Mas não existe nenhuma receita mágica. Porque na verdade, não existe magia. Tu existes. És real. E por trás de todas as barreiras que construiste à volta, continuas a brilhar. Essa luz é tão intensa que quer manifestar-se. Ela faz pressão para vir para fora e tu fazes pressão para que isso não aconteça. Confia. E no momento que o fizeres, tudo fica mais claro. E sim. Tu mereces isso...</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O MELHOR DE TI ESTÁ A CHEGAR</title><description><![CDATA[Se pudesses escolher neste momento o que queres para a tua vida o que seria? É algo exterior ou algo interior?É uma casa, um carro, mais dinheiro...? Ou algo mais profundo? Não tenho uma resposta mágica para te dar, mas gostava de colocar esta situação em perspectiva. Quando aquilo que pretendes é algo exterior, normalmente está sempre associado a algo interior. Se, no teu caso especifico, o teu desejo é ter mais, esse mais está intimamente ligado com algo mais profundo. Assim, por exemplo, se é<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_2153f7ba893e48a4ae711d0651c75bc8%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_313/6b6524_2153f7ba893e48a4ae711d0651c75bc8%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/04/04/O-MELHOR-DE-TI-EST%C3%81-A-CHEGAR</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/04/04/O-MELHOR-DE-TI-EST%C3%81-A-CHEGAR</guid><pubDate>Wed, 04 Apr 2018 14:53:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_2153f7ba893e48a4ae711d0651c75bc8~mv2.jpg"/><div>Se pudesses escolher neste momento o que queres para a tua vida o que seria? É algo exterior ou algo interior?É uma casa, um carro, mais dinheiro...? Ou algo mais profundo? Não tenho uma resposta mágica para te dar, mas gostava de colocar esta situação em perspectiva. Quando aquilo que pretendes é algo exterior, normalmente está sempre associado a algo interior. Se, no teu caso especifico, o teu desejo é ter mais, esse mais está intimamente ligado com algo mais profundo. Assim, por exemplo, se é um carro novo que queres, e essa possibilidade te provoca excitação, existe uma dependência de algo fora de ti para obteres a excitação que tanto queres. Não quero com isto dizer que isso esteja errado. Se o fizesse estaria a catalogar. Esta dependência, que pode variar de objeto para objeto, pode tornar-se uma dependência cronica. Pode, passar uma vida, em que a necessidade de encher o vazio interior, faz com que procures as respostas lá fora. Por outro lado, existe a possibilidade de acederes diretamente ao vazio. Se, existe algo que queres preencher, porque não fazeres a viagem para dentro e ires diretamente à origem. No fundo, não vais preencher nada. Mas, as palavras são necessárias para nos podermos comunicar, pelo menos por agora. Esta viagem de regresso a Ti, é algo que adias-te durante muito tempo e que continuas a adiar. Os teus olhos continuam fechados para dentro e apenas abertos para fora. Estás em sono profundo, à espera que algo aconteça. Continuas a seguir os mesmos passos que aprendeste, vivendo numa ilusão, em que as máscaras passaram a ser parte integrante da tua personalidade. Acordas e deitas-te com elas. E dizes com toda a convicção “ Eu sou assim!”. O medo é tanto de seres genuíno que continuas a adiar. Estar ligado à tua parte mais espontânea é tão simples e ao mesmo tempo tão complexo. Simples porque é a tua natureza. Complexo, porque esqueces-te quem és. Continuas a sorrir quando o que queres é chorar. Continuas a cantar, quando o queres é gritar. Queres dar uma boa imagem aos outros, para que gostem de ti. Ou uma imagem mais agressiva, para que não cheguem perto. Tudo para te protegeres. Uma vida de falsidade. Um teatro em plena vida real. Sim, podes mudar isto tudo. Não, não és “assim”! Quando abres os olhos e despertas, uma novo caminho se abre. A dor faz parte do processo e é necessária. Deixar vir. As lágrimas fazem parte do caminho.Deixa-as fluir. Tudo aquilo que és, só se pode manifestar se deixares. Se permitires. Essa viagem é inesquecível mas também por vezes solitária. Isto , porque te habituaste a quer ser igual aos outros. Lamento desiludir-te mas não és. És único. Não há ninguém igual a ti. E só nesse espaço que és, é que a verdade se pode manifestar. Não a minha verdade. Não a dos outros. Ao aprenderes a ouvir a tua melodia assumes a responsabilidade da tua vida. Deixas de copiar e passas a criar. E enquanto o tempo passa, continuamos à espera que isso aconteça. Continuamos à tua espera. Sabendo, que “o melhor de TI está por chegar”.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>LIBERDADE É QUANDO A VIDA QUE ÉS FLUI NATURALMENTE</title><description><![CDATA[Liberdade não é independência. Independência está associada a algo. Liberdade não é poder fazer o que se quer. Fazer está associado a um fator exterior, por isso também não é liberdade. A liberdade não pode estar dependente de algo. Esta liberdade é interna e não externa. A liberdade para seres quem és, é um ato de Amor. É um ato de respeito. Mas, para esta liberdade acontecer, é importante que começes a olhar para dentro. É importante que olhes para aquilo que foges. É importante que passes<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0a79dde158424dfe9dcb84c5e7cd7c9b%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_331/6b6524_0a79dde158424dfe9dcb84c5e7cd7c9b%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/03/23/LIBERDADE-%C3%89-QUANDO-A-VIDA-QUE-%C3%89S-FLUI-NATURALMENTE</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/03/23/LIBERDADE-%C3%89-QUANDO-A-VIDA-QUE-%C3%89S-FLUI-NATURALMENTE</guid><pubDate>Fri, 23 Mar 2018 10:44:23 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0a79dde158424dfe9dcb84c5e7cd7c9b~mv2.jpg"/><div>Liberdade não é independência. Independência está associada a algo. Liberdade não é poder fazer o que se quer. Fazer está associado a um fator exterior, por isso também não é liberdade. A liberdade não pode estar dependente de algo. Esta liberdade é interna e não externa. A liberdade para seres quem és, é um ato de Amor. É um ato de respeito. Mas, para esta liberdade acontecer, é importante que começes a olhar para dentro. É importante que olhes para aquilo que foges. É importante que passes pela tempestade. Mesmo esta é impermanente. Olhar para dentro em direção ao Sol, em direção a tudo aquilo que foi esquecido. Podes não estar habituado a sentir isto. Aquilo que és é muito forte, muito poderoso. Existe um medo que deve ser enfrentado. Um medo de voltar a sentir todo este Amor. Um medo tão grande, que te esqueceste de quem és. Mas, foi apenas esquecido. Nunca desapareceu. Algo que foi esquecido parece que não mais existe. Esta ferramenta que chamamos mente, tomou conta do processo e o sentir deixou de ser prioridade. Tudo isto para te proteger. Seres livre é permitires que a vida que és flua naturalmente. É abandonares o medo que te paralisa. É puderes voltar a Ser. É libertares-te das frases “ está provado cientificamente”, outra das formas de gerar novas crenças. Crenças de outros que passam de geração em geração e te fazem ficar presos. Habituaste-te a acreditares em tudo o que te dizem, e esqueceste-te de dar atenção ao que sentes. No inicio, podes não ver nenhuma separação entre pensar e sentir. Mas há medida que caminhas em direção ao sentir esta separação fica cada vez mais óbvia. Tudo o que precisas está mais perto do que alguma vez imaginaste. E quando esses raios de sol começarem a querer se manifestar, vais saber. Vais sentir. Apenas fica atento.Pois, quando isso acontecer já não há forma de voltar atrás. Estás a chegar a casa...</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>TENTAR MUDAR O OUTRO É UM REFLEXO DO MEDO DE SEGUIRMOS SOZINHOS</title><description><![CDATA[A mudança faz parte da experiência humana. Não conseguimos ficar na mesma. Naturalmente o corpo envelhece, naturalmente vamos tendo novas experiências, etc. Apesar de não conseguirmos ficar na mesma, procuramos muitas vezes que nada mude, pois ao menos o que temos é conhecido. Procuramos obter a todo o custo segurança na nossa vida. Com esse objetivo, por vezes tentamos mudar o exterior. O interior será sempre a última coisa a ser transformada. Assim, numa relação amorosa, procuramos de todas as<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_16502bb7219a4bd19ed69e404aee5c88%7Emv2.jpg/v1/fill/w_601%2Ch_389/6b6524_16502bb7219a4bd19ed69e404aee5c88%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/03/14/TENTAR-MUDAR-O-OUTRO-%C3%89-UM-REFLEXO-DO-MEDO-DE-SEGUIRMOS-SOZINHOS</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/03/14/TENTAR-MUDAR-O-OUTRO-%C3%89-UM-REFLEXO-DO-MEDO-DE-SEGUIRMOS-SOZINHOS</guid><pubDate>Wed, 14 Mar 2018 17:40:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_16502bb7219a4bd19ed69e404aee5c88~mv2.jpg"/><div>A mudança faz parte da experiência humana. Não conseguimos ficar na mesma. Naturalmente o corpo envelhece, naturalmente vamos tendo novas experiências, etc. Apesar de não conseguirmos ficar na mesma, procuramos muitas vezes que nada mude, pois ao menos o que temos é conhecido. Procuramos obter a todo o custo segurança na nossa vida. Com esse objetivo, por vezes tentamos mudar o exterior. O interior será sempre a última coisa a ser transformada. Assim, numa relação amorosa, procuramos de todas as formas que o outro passe a ser o que gostaríamos. Quanto mais tentamos mudar, mais o outro resiste. O outro até pode tentar, pois não quer “perder” o que tem. Mas, na tentativa de agradar o companheiro, foge de si. Foge das características que construiu. Tudo aquilo a que foge, volta novamente até si. Ou implode ou explode. Quando explode torna-se visível. Tudo aquilo que foi reprimido vem para fora sem controlo. Pode gerar então discussões indeterminadas e até mesmo entrar no mesmo ciclo vicioso de tentativa de mudança. Noutras situações, vai reprimindo e reprimindo. As consequências não são tão visíveis exteriormente, mas de alguma forma o corpo vai arranjar uma forma de as manifestar, ou através de doenças, ansiedade, depressão, etc.. A relação pode chegar ao seu termino ou noutros casos, passa uma vida em que o esforço diário passou a ser um hábito, deixando o Amor esquecido no tempo. A única mudança possível é em cada um. Cada um tem o seu processo. Mesmo, numa relação não somos donos de ninguém, nem somos propriedade de ninguém. Somos um todo e não metade. Completos. A única coisa que podemos fazer é partilhar. Quando nos relacionamos com este principio, tudo se torna mais fácil. É claro que existem obstáculos, novas aprendizagens a serem feitas. Mas, quando nos responsabilizamos pelo nosso caminho, deixamos de procurar as respostas no exterior. E, se mesmo assim queremos mudar o outro, o melhor é nada fazer e deixar o exemplo do nosso crescimento tocar o coração do companheiro. Isto, sem esperar nada em troca. Sem promessas. Sem cobranças. Sem julgamentos. A única forma de transformar é através do Amor. Só o Amor pode tocar o Amor. Só assim, tudo se torna possível.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>ESCUTA A TUA PRÓPRIA MÚSICA</title><description><![CDATA[Mais do que seguires aquilo que te dizem que deve ser, é aprenderes a ouvir a tua própria música. É algo que não pode ser compreendido. A mente vai tentar fazê-lo mas vai ser ineficaz. Esse “algo maior” está ligado à nossa intuição, à nossa capacidade de sentir. Não são estas palavras que te vão conectar com isso. Elas poderão vibrar dentro de cada um, de forma a criar espaço para “aquilo que é” vir de uma forma natural. É uma experiência individual. Mas, é aquilo a que te agarras que está a<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_be1ae4bac06549f8ad1673a0a0d53998%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/03/08/ESCUTA-A-TUA-PR%C3%93PRIA-M%C3%9ASICA</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/03/08/ESCUTA-A-TUA-PR%C3%93PRIA-M%C3%9ASICA</guid><pubDate>Thu, 08 Mar 2018 13:02:25 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_be1ae4bac06549f8ad1673a0a0d53998~mv2.jpg"/><div>Mais do que seguires aquilo que te dizem que deve ser, é aprenderes a ouvir a tua própria música. É algo que não pode ser compreendido. A mente vai tentar fazê-lo mas vai ser ineficaz. Esse “algo maior” está ligado à nossa intuição, à nossa capacidade de sentir. Não são estas palavras que te vão conectar com isso. Elas poderão vibrar dentro de cada um, de forma a criar espaço para “aquilo que é” vir de uma forma natural. É uma experiência individual. Mas, é aquilo a que te agarras que está a impedir que a tua energia flua de uma forma natural. Já tens tudo. Aquilo que mais procuras nunca esteve tão perto. Podes já estar no teu processo de reconexão, e apesar de por vezes parecer que continuas na mesma, estás cada vez mais perto. Se já começaste a olhar para dentro, não há forma de voltar atrás. Por vezes vai-te apetecer desistir. Outras, vais querer fazer as coisas de forma diferente. E está tudo bem. Tudo isso são experiências, que vão abrir novas portas. Está atento ao que ocorre. Os sinais estão ai para te ajudar. Não estás sozinho, mas aprendeste a não estares atento. Aprendeste a olhar para fora, onde tudo é temporário e onde tudo de distrai do mais importante. A mente quer prazeres rápidos, mas “aquilo que é” é mais do que um prazer. É algo que por vezes vem para te mostrar que existe. Entrega-te. Torna-te vulnerável. Deixa de controlar. Só o fazes porque tens medo do teu poder. E, nessa rendição tudo aquilo que és se manifesta. Aprende a escutar. Consegues fazê-lo agora?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DAR O PRÓXIMO PASSO É UM ATO DE AMOR</title><description><![CDATA[Sentes que existe algo que te impede de ires para onde queres ir? Algo que te impede de viveres o que queres viver? Sentes-te perdido neste momento da tua vida? A tua situação atual pode estar associada a uma destas questões. De alguma forma, a vida poderá estar a trazer-te situações, para te fazer ver algo. Essas situações, estão relacionadas à tua vibração atual. Podemos também dizer que estão associadas a uma identificação inconsciente. Então, aquilo que estás ativo no teu inconsciente vai<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_276acc72c8934d239fb5ade772976c1c%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_398/6b6524_276acc72c8934d239fb5ade772976c1c%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/03/01/DAR-O-PR%C3%93XIMO-PASSO-%C3%89-UM-ATO-DE-AMOR</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/03/01/DAR-O-PR%C3%93XIMO-PASSO-%C3%89-UM-ATO-DE-AMOR</guid><pubDate>Thu, 01 Mar 2018 16:56:36 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_276acc72c8934d239fb5ade772976c1c~mv2.jpg"/><div>Sentes que existe algo que te impede de ires para onde queres ir? Algo que te impede de viveres o que queres viver? Sentes-te perdido neste momento da tua vida? A tua situação atual pode estar associada a uma destas questões. De alguma forma, a vida poderá estar a trazer-te situações, para te fazer ver algo. Essas situações, estão relacionadas à tua vibração atual. Podemos também dizer que estão associadas a uma identificação inconsciente. Então, aquilo que estás ativo no teu inconsciente vai trazer situações para a tua vida, que espelhem o que está escondido para que possas ver melhor. Aquilo que está escondido, não consciente, está associado ás tuas experiências no passado. À forma como as situações foram sentidas e vividas por ti. Tudo isso, deu-te uma aprendizagem que faz com que ajas na vida como ages. Em grande parte, ages de uma forma automática, sem perceberes porque fazes e sentes as coisas. Mas, foi aquilo que aprendeste. É então, através dessa forma conhecida que ages no momento presente. O único momento em que podes alterar o que quer que seja é Agora. É Agora, que podes tomar a decisão de fazeres algo para inverter a insatisfação ou desanimo que sentes com a vida. Existem para isso várias terapias. Vários profissionais. Várias soluções. Nada melhor que experimentar. E quando o fazes, outras portas se abrem. Novas possibilidades surgem à tua frente. Possibilidades que até então desconhecias, por estares num ciclo vicioso. Jesus dizia “Ama o próximo, como te Amas a ti”. Então, quando abres as portas para aquilo que mereces, estás a acarinhar a pessoa mais importante da tua vida. Não existe ninguém mais importante que tu. Que isso deixe de ser uma dúvida em ti, para que possas resgatar tudo aquilo a que tens direito.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>OS HÁBITOS QUE NOS LIMITAM</title><description><![CDATA[Inúmeros são os pequenos hábitos que temos ao longo da vida. Cada um com o seu. Desde que nos levantamos até que nos deitamos, passamos por diversos padrões que fomos desenvolvendo ao longo do tempo. No fundo, treinámos para isso. Quando fazemos algo repetidamente durante um certo período de tempo, o hábito é instalado e torna-se um “sempre fiz assim”. Quando falamos dos momentos de dor, que nos atingem de uma forma persistente, esses mesmos também são hábitos. O hábito de estar triste. O hábito<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0dc83e79bcae4aa3a8f23f52c08e3ec4%7Emv2_d_2044_1320_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_404/6b6524_0dc83e79bcae4aa3a8f23f52c08e3ec4%7Emv2_d_2044_1320_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/02/14/OS-H%C3%81BITOS-QUE-NOS-LIMITAM</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/02/14/OS-H%C3%81BITOS-QUE-NOS-LIMITAM</guid><pubDate>Wed, 14 Feb 2018 16:54:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0dc83e79bcae4aa3a8f23f52c08e3ec4~mv2_d_2044_1320_s_2.jpg"/><div>Inúmeros são os pequenos hábitos que temos ao longo da vida. Cada um com o seu. Desde que nos levantamos até que nos deitamos, passamos por diversos padrões que fomos desenvolvendo ao longo do tempo. No fundo, treinámos para isso. Quando fazemos algo repetidamente durante um certo período de tempo, o hábito é instalado e torna-se um “sempre fiz assim”. Quando falamos dos momentos de dor, que nos atingem de uma forma persistente, esses mesmos também são hábitos. O hábito de estar triste. O hábito de estar ansioso. O hábito de estar deprimido. Existem especialistas para tudo. Contudo, fomos nós que criamos esse hábito através de um padrão repetido de pensamento. Através de uma determinada interpretação a uma situação. Habituámo-nos a viver destas formas e deixámos de conhecer o outro lado. Passa a ser estranho fazer as coisas de outra forma. Passa, por exemplo, a ser estranho viver com mais alegria, quando estamos habituados ao oposto. Ao assumirmos a responsabilidade pela situação, podemos assumir a responsabilidade pela mudança. Se nos viciámos num determinado padrão, podemos então experienciar o outro lado da moeda. Podemos desenvolver um novo hábito, mais em conexão com aquilo que merecemos, com aquilo a que temos direito. A chave é treino. Aquilo em que acreditas passa a ser a tua realidade. E a realidade que queres para ti, passa a ser possível a partir do momento que escolhes libertar-te dos padrões de pensamento que criaste. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>QUANDO TUDO ERA PERFEITO</title><description><![CDATA[Começámos a viagem livres, espontâneos, vivendo o presente, experimentando, descobrindo. A vida era maravilhosa! Tudo era vivido no único momento existente...o presente. Ao longo do caminho, algo se perdeu. Deixámos de ser naturais. De algum modo, aprendemos que não podemos ser genuínos. Que não nos podemos divertir. Que tudo tem de ser muito sério. Que só “somos alguém” se trabalharmos arduamente e estudarmos. E, continuámos a acreditar que para Ser era preciso Fazer. A viagem começou a perder<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_129d815ff18e4ad08aec1302fc246e21%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_417/6b6524_129d815ff18e4ad08aec1302fc246e21%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/02/01/QUANDO-TUDO-ERA-PERFEITO</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/02/01/QUANDO-TUDO-ERA-PERFEITO</guid><pubDate>Thu, 01 Feb 2018 14:52:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_129d815ff18e4ad08aec1302fc246e21~mv2.jpg"/><div>Começámos a viagem livres, espontâneos, vivendo o presente, experimentando, descobrindo. A vida era maravilhosa! Tudo era vivido no único momento existente...o presente. Ao longo do caminho, algo se perdeu. Deixámos de ser naturais. De algum modo, aprendemos que não podemos ser genuínos. Que não nos podemos divertir. Que tudo tem de ser muito sério. Que só “somos alguém” se trabalharmos arduamente e estudarmos. E, continuámos a acreditar que para Ser era preciso Fazer. A viagem começou a perder a magia, a doçura, o mistério. As coisas começaram a ser mecânicas, até que num determinado momento, o esquecimento tomou conta de nós.  Habituámo-nos a viver desta forma. Deixámos de estar em contacto com o nosso poder para estar em contacto apenas com a nossa dor. Provavelmente, aquilo que mais tememos é aquilo que não nos lembramos. Temos medo de Ser. Medo de experimentar novamente todo o nosso potencial. Medo que seja demais, pois acreditamos que merecemos menos. E enquanto continuamos nesse ciclo vicioso, o Universo continua à espera. À espera que sejamos novamente... Para que tudo volte a Ser como era.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DEIXANDO PARA TRÁS O QUE JÁ NÃO INTERESSA</title><description><![CDATA[À medida que vais percorrendo o teu caminho, existem coisas, situações, pessoas que podes começar a sentir que já não fazem sentido neste momento. Esse “sentido” vem de algo mais profundo do que o padrão habitual de pensamento. O pensamento vai auxiliar este sentir, mas, por vezes é esse mesmo pensamento que bloqueia o processo natural das coisas.Deixar “coisas” para trás é estar disposto a deixar de controlar. É aceitar que aquelas experiências fizerem todo o sentido naquele momento. Foi o que<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_da23b2e5831847b789f00782b93a83b4%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_418/6b6524_da23b2e5831847b789f00782b93a83b4%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/01/26/DEIXANDO-PARA-TR%C3%81S-O-QUE-J%C3%81-N%C3%83O-INTERESSA</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/01/26/DEIXANDO-PARA-TR%C3%81S-O-QUE-J%C3%81-N%C3%83O-INTERESSA</guid><pubDate>Fri, 26 Jan 2018 11:17:44 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_da23b2e5831847b789f00782b93a83b4~mv2.jpg"/><div>À medida que vais percorrendo o teu caminho, existem coisas, situações, pessoas que podes começar a sentir que já não fazem sentido neste momento. Esse “sentido” vem de algo mais profundo do que o padrão habitual de pensamento. O pensamento vai auxiliar este sentir, mas, por vezes é esse mesmo pensamento que bloqueia o processo natural das coisas.</div><div>Deixar “coisas” para trás é estar disposto a deixar de controlar. É aceitar que aquelas experiências fizerem todo o sentido naquele momento. Foi o que precisávamos para dar o próximo passo. É abrir os braços e confiar naquilo que vem. É ter o respeito pela nossa existência e ter a iniciativa de sair de onde estamos. Como alguém diz “ a segurança é uma ilusão”.</div><div>Isso é possível hoje. É possível saíres do lugar de onde estás se essa for a tua intenção. Mas essa intenção tem sido manipulada pelo medo que tens do desconhecido. Existe um universo por explorar e experiências para serem vividas. Existem muitos sonhos por concretizar e pessoas por quem te apaixonares. Existe um mundo lá fora à tua espera. Tudo é possível, a partir do momento que dês o próximo passo...</div><div>.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>ESFORÇO É O QUE TENS FEITO ATÉ AGORA</title><description><![CDATA[Provavelmente até hoje fizemos um esforço para obter tudo aquilo que temos. Ensinaram-nos que não se consegue nada sem esforço e que tudo tem de ser feito dessa forma. Então, estamos nas nossas vidas profissionais em esforço, nas nossas relações por vezes em esforço, fazemos alguns hobbies também com esforço, etc. Com isto não quero dizer que o esforço não é importante. Consultando o dicionário, o mesmo menciona como definição “Empregar todos os meios, empenhar-se”. Partindo desta definição,<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_63f13de777d14890ac51b05572ad28e4%7Emv2.jpg/v1/fill/w_600%2Ch_453/6b6524_63f13de777d14890ac51b05572ad28e4%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/01/19/ESFOR%C3%87O-%C3%89-O-QUE-TENS-FEITO-AT%C3%89-AGORA</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/01/19/ESFOR%C3%87O-%C3%89-O-QUE-TENS-FEITO-AT%C3%89-AGORA</guid><pubDate>Fri, 19 Jan 2018 11:34:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_63f13de777d14890ac51b05572ad28e4~mv2.jpg"/><div>Provavelmente até hoje fizemos um esforço para obter tudo aquilo que temos. Ensinaram-nos que não se consegue nada sem esforço e que tudo tem de ser feito dessa forma. Então, estamos nas nossas vidas profissionais em esforço, nas nossas relações por vezes em esforço, fazemos alguns hobbies também com esforço, etc. Com isto não quero dizer que o esforço não é importante. Consultando o dicionário, o mesmo menciona como definição “Empregar todos os meios, empenhar-se”. Partindo desta definição, podemos colocar como hipótese se estamos a empregar todos os meios para escondermos quem somos. Se estamos a empregar todos os meios para fugirmos de nós. Se somos especialistas e mestres, com todo o empenho necessário, em querermos passar uma imagem distorcida da realidade. Aquilo que somos não necessita de esforço. Esforço é o que temos feito até agora, para esconder tudo aquilo que está dentro de nós. O esforço é tão grande e tão consistente que podemos passar uma vida assim. Uma vida sem vida. Reprimida. Sem provavelmente descobrirmos quem somos. Sim, podes olhar para dentro. Pode ser com esforço ou com rendição. Deixando vir o que tiver de vir. Com a confiança de que aquilo que és se vai manifestar, sabendo que é um percurso que escolhes fazer. Não por obrigação ou por dever. Não por que alguém te diz que é assim. Mas porque és demasiado importante para ser esquecido.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>LÁGRIMAS QUE CURAM</title><description><![CDATA[As lágrimas que derramas são um sinal da tua força. São um sinal da dança impermanente que é a vida. Lágrimas de tristeza e de alegria. Doces ou amargas. Servem para tudo. Por vezes apenas os olhos brilham, mostrando que elas lá estão. Outras, elas percorrem a tua face, num movimento de libertação e de fluidez. São tão especiais que podes ainda partilha-las com aqueles que Amas. Choras, gritas, apaixonas-te... Permites-te fazer tudo aquilo a que tens direito. Só assim faz mais sentido. Alegra-te<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_7b2fb2a2d56c46079a6cd9fbd5239fd1%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/6b6524_7b2fb2a2d56c46079a6cd9fbd5239fd1%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/01/11/L%C3%81GRIMAS-QUE-CURAM</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/01/11/L%C3%81GRIMAS-QUE-CURAM</guid><pubDate>Thu, 11 Jan 2018 18:06:26 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_7b2fb2a2d56c46079a6cd9fbd5239fd1~mv2.jpg"/><div>As lágrimas que derramas são um sinal da tua força. São um sinal da dança impermanente que é a vida. Lágrimas de tristeza e de alegria. Doces ou amargas. Servem para tudo. Por vezes apenas os olhos brilham, mostrando que elas lá estão. Outras, elas percorrem a tua face, num movimento de libertação e de fluidez. São tão especiais que podes ainda partilha-las com aqueles que Amas. Choras, gritas, apaixonas-te... Permites-te fazer tudo aquilo a que tens direito. Só assim faz mais sentido. Alegra-te se é assim que tens vivido, mesmo quando doí. Conectado com o que sentes. Conectado com os outros. Podia ter sido de outra forma, mas não foi. És sensível. Alegra-te por sentires, por te emocionares. E quando as lágrimas te percorreram novamente o rosto, lembra-te de quem és. Lembra-te do caminho que já percorreste. Que viagem fizeste até aqui. Suspira. Sorri...Agora, é altura de seguires em frente...</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Lei da atração</title><description><![CDATA[Há quem diga que as situações que atualmente vão acontecendo na tua vida, são uma oportunidade. Mas, além disso, apenas te aparecem quando é a altura certa. Todo o trabalho interior é realizado gradualmente. E quando algo muda em ti, atrais. A lei da atração já é muito conhecida. Mas quando é experimentada por ti, percebes o quanto já caminhaste. As pessoas ou situações, vão aparecer-te quando for o momento. Por vezes, como oportunidades para quebrares um padrão na tua vida. Também, poderão<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_457def6b938743eeb5042139c74e9a2c%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_386/6b6524_457def6b938743eeb5042139c74e9a2c%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/01/04/Lei-da-atra%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2018/01/04/Lei-da-atra%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Thu, 04 Jan 2018 16:25:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_457def6b938743eeb5042139c74e9a2c~mv2.jpg"/><div>Há quem diga que as situações que atualmente vão acontecendo na tua vida, são uma oportunidade. Mas, além disso, apenas te aparecem quando é a altura certa. Todo o trabalho interior é realizado gradualmente. E quando algo muda em ti, atrais. A lei da atração já é muito conhecida. Mas quando é experimentada por ti, percebes o quanto já caminhaste. As pessoas ou situações, vão aparecer-te quando for o momento. Por vezes, como oportunidades para quebrares um padrão na tua vida. Também, poderão aparecer novas experiências, mostrando-te que algo mudou em ti. A tua vibração vai orientar o teu caminho. Vai trazer-te aquilo que precisas. Por vezes dói muito. É sufocante. Mas vem com um propósito. E, se estiveres atento, poderás transformar.</div><div>O processo de transformação só acontece quando começas a olhar para dentro. Passaste demasiado tempo a olhar para fora, e esqueceste-te de quem és. Ao fazeres isso, a vida tornou-se mecânica, amarga, sem sentido ou “sem sentir”. Deixaste de sentir a única coisa que faz sentido. E isso, fez com que acreditasses que todas as distrações ou obrigações, são a única coisa que tens. Tens hoje a oportunidade de fazer diferente. Aliás, hoje é tudo o que tens. Sabendo que tudo o que fizeres te vai trazer algo. E, que tudo está como deve estar.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>2018</title><description><![CDATA[Aquilo que decidires para 2018 está certo. Podes colocar todos os objetivos, e se durante o ano deixares cair alguns, significa que podes não estar preparado. Mas, mesmo isso é uma escolha. Significa que podes escolher se os queres concretizar ou não. Mais ambiciosos ou menos ambiciosos, todos são definidos por ti. Com ajuda ou sem ajuda, todos são uma escolha tua. Tornares-te responsável pela tua vida é também assumires que és tu que fazes as coisas acontecerem. És tu que decides sair do lugar<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_eb27f6e6d0f542e48766d3c50efb7dbb%7Emv2.jpg/v1/fill/w_600%2Ch_300/6b6524_eb27f6e6d0f542e48766d3c50efb7dbb%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/12/27/2018</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/12/27/2018</guid><pubDate>Wed, 27 Dec 2017 19:01:30 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_eb27f6e6d0f542e48766d3c50efb7dbb~mv2.jpg"/><div>Aquilo que decidires para 2018 está certo. Podes colocar todos os objetivos, e se durante o ano deixares cair alguns, significa que podes não estar preparado. Mas, mesmo isso é uma escolha. Significa que podes escolher se os queres concretizar ou não. Mais ambiciosos ou menos ambiciosos, todos são definidos por ti. Com ajuda ou sem ajuda, todos são uma escolha tua. Tornares-te responsável pela tua vida é também assumires que és tu que fazes as coisas acontecerem. És tu que decides sair do lugar de onde estás, dando o primeiro passo, e permitindo experienciar tudo aquilo que surgir nesse caminho.</div><div>Os outros são os outros. Colocares-te no caminho dos outros, é deixares de conhecer o teu. É deixares de fazer o teu percurso. Perdes a oportunidade de te conhecer um pouco mais. Há quem leve uma vida assim. Mesmo isso é uma escolha. Há quem diga que o caminho é duro. Que tem muitos obstáculos. Que não vale apena. Bem, o caminho é de cada um. Não há melhor, nem há pior. Não há respostas certas nem erradas. Existem experiências. E cabe a ti, decidires o que queres fazer da tua vida.</div><div>Que 2018 seja o inicio de uma viagem...de volta até ti!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>TODAS AS DECISÕES ESTÃO CERTAS</title><description><![CDATA[Perante uma decisão existem várias reações. Por vezes, e na indecisão de escolher algo, já estamos a escolher. Ficamos paralisados com medo de irmos para um lado ou para outro. Quando olhamos para os diferentes caminhos que temos disponíveis para escolher, ocorrem-nos vantagens e desvantagens, o que é certo e o que é errado. Então, pensamos nos determinados caminhos desta forma. Achamos que um é melhor que o outro e que se tomarmos a decisão “errada”, depois é tarde demais. Este pensamento, com<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0300c4aefa1e436fbf1ea624560888cd%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_275/6b6524_0300c4aefa1e436fbf1ea624560888cd%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/12/20/TODAS-AS-DECIS%C3%95ES-EST%C3%83O-CERTAS</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/12/20/TODAS-AS-DECIS%C3%95ES-EST%C3%83O-CERTAS</guid><pubDate>Wed, 20 Dec 2017 17:33:56 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0300c4aefa1e436fbf1ea624560888cd~mv2.jpg"/><div>Perante uma decisão existem várias reações. Por vezes, e na indecisão de escolher algo, já estamos a escolher. Ficamos paralisados com medo de irmos para um lado ou para outro. Quando olhamos para os diferentes caminhos que temos disponíveis para escolher, ocorrem-nos vantagens e desvantagens, o que é certo e o que é errado. Então, pensamos nos determinados caminhos desta forma. Achamos que um é melhor que o outro e que se tomarmos a decisão “errada”, depois é tarde demais. Este pensamento, com o qual crescemos e aprendemos, limita-nos a reação perante momentos de decisão. E, se realmente, todas as opções estiverem “certas”? Seja que caminho escolhermos, está tudo bem. Esse caminho é o correto. Tal como seria se escolhêssemos o outro. Ao encararmos as decisões desta forma, eliminamos à partida o medo de estarmos a tomar um decisão “errada”. Sabendo à partida que, independentemente daquilo que acontecer, vamos aprender e evoluir. Sabendo que independentemente do que o futuro nos reservar, vamos ser capazes de lidar com essa situação. “Confiança não significa que tudo vai dar certo. Confiança significa que tudo está certo”</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A LIBERDADE DE PODERES SER QUEM ÉS</title><description><![CDATA[Talvez aquilo que mais procuramos. Há quem pense que já é. Há quem saiba que não está a Ser. E há ainda quem saiba que não está a Ser, e que esteja a fazer algo para Ser. Na verdade, é deixar de fazer algo, pois aquilo que fizemos até hoje levou-nos a acreditar que somos o que somos. Condicionamo-nos com base no que está certo e errado, afastando-nos cada vez mais da nossa espontaneidade. Tantas máscaras que usamos. Parece que estamos num teatro. A realidade tornou-se uma ilusão. Vamos avançando<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_d4d49cfd9aaf447fbd6692e0601e9aa7%7Emv2_d_2560_1689_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_413/6b6524_d4d49cfd9aaf447fbd6692e0601e9aa7%7Emv2_d_2560_1689_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/12/14/A-LIBERDADE-DE-PODERES-SER-QUEM-%C3%89S</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/12/14/A-LIBERDADE-DE-PODERES-SER-QUEM-%C3%89S</guid><pubDate>Thu, 14 Dec 2017 13:33:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_d4d49cfd9aaf447fbd6692e0601e9aa7~mv2_d_2560_1689_s_2.jpg"/><div>Talvez aquilo que mais procuramos. Há quem pense que já é. Há quem saiba que não está a Ser. E há ainda quem saiba que não está a Ser, e que esteja a fazer algo para Ser. Na verdade, é deixar de fazer algo, pois aquilo que fizemos até hoje levou-nos a acreditar que somos o que somos. Condicionamo-nos com base no que está certo e errado, afastando-nos cada vez mais da nossa espontaneidade. Tantas máscaras que usamos. Parece que estamos num teatro. A realidade tornou-se uma ilusão. Vamos avançando em modo automático, continuando a acreditar que somos aquilo que representamos. Somos atores nesta vida e talvez sejam raras as vezes que abandonamos esse papel. Arrogantes ou simpáticos. Agressivos ou passivos. Tantas proteções usadas com o objetivo de sermos aceites. De sermos Amados. Acreditamos que desta forma o somos. Para poderes voltar a ser quem és, é importante abandonares tudo aquilo que aprendeste. É importante abandonares as regras que te dizem que tens de ser isto ou aquilo. É importante, em certos momentos, tornares-te vulnerável . É importante teres a coragem de olhar para dentro. Deixar vir o que vier. Só assim, aquilo que és, se torna visível. A liberdade para seres quem és, deixa de ser uma utopia. É um caminho que se torna real, a partir do momento que deres o primeiro passo. Uma escolha entre Ser ou não Ser.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O CIENTISTA DA VERDADE</title><description><![CDATA[Hoje em dia vivemos rodeados de teorias. Mesmo quando utilizamos “ está provado cientificamente”, estamos a escolher acreditar naquilo que alguém experimentou. Aliás, estamos a acreditar que alguém o fez e que obteve esse resultado. Quero com isto dizer, que o nosso mundo interno está cheio de crenças. Porém, aquilo em que acreditamos pode criar resistência na nossa vida. Pode levar-nos a não mudarmos determinados comportamentos em defesa de uma ideia que se tornou um pilar intocável na nossa<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_80ad411718b5459991d042b2aa6cbf2a%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_321/6b6524_80ad411718b5459991d042b2aa6cbf2a%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/11/29/O-CIENTISTA-DA-VERDADE</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/11/29/O-CIENTISTA-DA-VERDADE</guid><pubDate>Wed, 29 Nov 2017 18:22:15 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_80ad411718b5459991d042b2aa6cbf2a~mv2.jpg"/><div>Hoje em dia vivemos rodeados de teorias. Mesmo quando utilizamos “ está provado cientificamente”, estamos a escolher acreditar naquilo que alguém experimentou. Aliás, estamos a acreditar que alguém o fez e que obteve esse resultado. Quero com isto dizer, que o nosso mundo interno está cheio de crenças. Porém, aquilo em que acreditamos pode criar resistência na nossa vida. Pode levar-nos a não mudarmos determinados comportamentos em defesa de uma ideia que se tornou um pilar intocável na nossa vivência. Vamos reagindo com rigidez, e vamos preferindo “ter razão a sermos felizes”. A flexibilidade com que encaramos a vida, permite-nos abrir espaço para o que ficou esquecido. Permite-nos experimentar novas ideias, novas teorias, novos caminhos. Através da aceitação do mundo de cada um, podemos descobrir a pista que precisamos para mudar algo. Todos temos uma história. Todos temos algo a ensinar. Podemos contudo, escolher ser cientistas. Cientistas no nosso caminho. E quando o fizermos, encontraremos a nossa verdade. E talvez, não necessitemos de prová-la a ninguém.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A CRIANÇA QUE SONHAVA EM VOAR</title><description><![CDATA[Em tempos, existia uma criança. Era uma criança muito especial. O primeiro abraço que recebeu foi o da mãe, que a confortou com todo o seu Amor. Que ligação esta. Mãe e filho. Ela sentiu-se segura, Amada. Começou a descobrir o mundo à sua maneira. Tudo era novo. Tanta coisa para descobrir. Como qualquer criança, permitia-se Ser. A espontaneidade com que encarava a vida permitia-a ser livre. Toda a sua vida fluía livremente, como um rio em direção ao oceano. Chorava, ria, mexia, investigava.<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_7362025617794ad19f4a6d26fb582eb0%7Emv2.png/v1/fill/w_600%2Ch_547/6b6524_7362025617794ad19f4a6d26fb582eb0%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/11/22/A-CRIAN%C3%87A-QUE-SONHAVA-EM-VOAR</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/11/22/A-CRIAN%C3%87A-QUE-SONHAVA-EM-VOAR</guid><pubDate>Wed, 22 Nov 2017 17:03:41 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_7362025617794ad19f4a6d26fb582eb0~mv2.png"/><div>Em tempos, existia uma criança. Era uma criança muito especial. O primeiro abraço que recebeu foi o da mãe, que a confortou com todo o seu Amor. Que ligação esta. Mãe e filho. Ela sentiu-se segura, Amada. Começou a descobrir o mundo à sua maneira. Tudo era novo. Tanta coisa para descobrir. Como qualquer criança, permitia-se Ser. A espontaneidade com que encarava a vida permitia-a ser livre. Toda a sua vida fluía livremente, como um rio em direção ao oceano. Chorava, ria, mexia, investigava. Tanto Amor que tinha para dar. Puro Amor, inocente, genuíno. Com o passar do tempo aprendeu que existiam certas coisas que não podia fazer. Se calhar era assim que se vivia neste mundo. Mesmo assim, ela tentava faze-las, mas percebia que os adultos não gostavam muito. Diziam-lhe que não podia chorar, diziam-lhe que tinha de comer tudo, chamavam-lhe menino feio...E ela acreditou. E ela se conformou. Através da experiência, descobriu de que forma é que conseguia ser Amada. De que forma é que conseguia conquistar os Adultos. Deixou de ser espontânea, para tentar ser aceite. Como é que ela ia sobreviver se não fosse aceite? Inteligentemente o fez. Preparou-se com as melhores armaduras, para se proteger de ser ferida. Reprimiu as suas emoções. Escondeu a sua individualidade. Deixou de ser inocente. Foi-se preparando para a batalha com todas as armaduras que criou. Agora, ela é um adulto. Mas, já não sabe quem é. Já não tem brilho, já não tem magia. Ao longo do caminho deixou de viver. Seguiu os outros, pois foi assim que aprendeu. Perdeu a sua rebeldia, a sua força, o seu Amor. Ficou tudo guardado para ninguém ver. O esforço que vem fazendo para tudo guardar, tornou-a assim. Uma história muito comum. Uma história que já passou. Já não existe, mas deixou marcas. Não sei como continua nem como acaba. Vai depender de cada um. Resgatar aquilo que ficou esquecido. Aquilo a que temos direito. Aquilo que nos foi oferecido. Voltar a ser aquela criança que sonhava que podia voar. E...voar!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>QUANDO SE AMA, TUDO ESTÁ CERTO</title><description><![CDATA[Certo e errado. É aquilo que aprendeste desde pequeno. Contudo, o teu comportamento e atitude é apenas uma reação a todo o teu mundo interno. É a forma de te expressares. Não define quem és. Com o tempo, e com o objetivo de te protegeres, tornaste-te mais mecânico. Deixaste a razão tomar conta, esquecendo-te de quem és. Amar é aquilo que te define. Quando deixas de o fazer, sentes-te perdido. Fazes uma pressão enorme para aquilo que és não vir ao de cima. Amar é tão poderoso, mas não queres<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_2695a1d1bb084c90b058dddd4ccceb0a%7Emv2.jpg/v1/fill/w_496%2Ch_330/6b6524_2695a1d1bb084c90b058dddd4ccceb0a%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/11/16/QUANDO-SE-AMA-TUDO-EST%C3%81-CERTO</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/11/16/QUANDO-SE-AMA-TUDO-EST%C3%81-CERTO</guid><pubDate>Thu, 16 Nov 2017 16:04:39 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_2695a1d1bb084c90b058dddd4ccceb0a~mv2.jpg"/><div>Certo e errado. É aquilo que aprendeste desde pequeno. Contudo, o teu comportamento e atitude é apenas uma reação a todo o teu mundo interno. É a forma de te expressares. Não define quem és. Com o tempo, e com o objetivo de te protegeres, tornaste-te mais mecânico. Deixaste a razão tomar conta, esquecendo-te de quem és. Amar é aquilo que te define. Quando deixas de o fazer, sentes-te perdido. Fazes uma pressão enorme para aquilo que és não vir ao de cima. Amar é tão poderoso, mas não queres ficar vulnerável ao Amor. Isso implica mostrar a tua essência, e talvez não seja isso que queres passar. Tanto tempo a cuidar da tua imagem. Tanto tempo preocupado com o que os outros pensam. Quando te esqueces da capacidade de Amar, a vida torna-se azeda. Amar pressupõe também sentir dor. Quem não quer sentir dor deixa de Amar. Simples! E talvez tenha sido por isso que escolheste deixar de o fazer. Enganas-te com o propósito de te protegeres. Não há regras. Cada um Ama à sua maneira. E se o fizeres, tudo está certo!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>JÁ É TEMPO DE COMEÇAR A VIVER</title><description><![CDATA[A vida acontece agora. Já paraste para pensar quais são os teus sonhos? Os teus objetivos? Não aqueles que são confortáveis e fáceis de alcançar. Mas aqueles que tens escondido do mundo! Aqueles que estão dentro de ti, mas que de alguma forma deixaste de prestar atenção. O que queres? Então segue em busca disso. Não fiques à espera que as coisas aconteçam, porque para atraíres algo, deves criar energia para uma nova realidade. Sonhar é apenas o inicio da jornada. É o impulso inicial. Aquilo que<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_6204b4f439c747c2af8634648f230cf1%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_616/6b6524_6204b4f439c747c2af8634648f230cf1%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/11/08/J%C3%81-%C3%89-TEMPO-DE-COME%C3%87AR-A-VIVER</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/11/08/J%C3%81-%C3%89-TEMPO-DE-COME%C3%87AR-A-VIVER</guid><pubDate>Wed, 08 Nov 2017 16:54:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_6204b4f439c747c2af8634648f230cf1~mv2.jpg"/><div>A vida acontece agora. Já paraste para pensar quais são os teus sonhos? Os teus objetivos? Não aqueles que são confortáveis e fáceis de alcançar. Mas aqueles que tens escondido do mundo! Aqueles que estão dentro de ti, mas que de alguma forma deixaste de prestar atenção. O que queres? Então segue em busca disso. Não fiques à espera que as coisas aconteçam, porque para atraíres algo, deves criar energia para uma nova realidade. Sonhar é apenas o inicio da jornada. É o impulso inicial. Aquilo que sonhas agora, é possível! Não esperes por amanhã. Amanhã é apenas uma ilusão, onde de alguma forma tens encontrado o teu conforto. As oportunidades aparecem na tua vida. Por vezes, não são aquelas que escolheste, mas aquelas que precisas para fazeres algo. Não fujas deste momento. O tempo não volta atrás, por isso fica apenas a lição. E à medida que vais aprendendo algo sobre ti, podes escolher para onde queres direcionar a tua vida. Vais estar sempre a querer voltar aos teus velhos hábitos. E, vais ter momentos em que a vida vai parecer tão insuportável. Essa pressão, pode ser a motivação que precisas para saíres de onde estás. Mas, não precisas de chegar a esse ponto. Decides quando queres começar. Com ou sem ajuda. Uma decisão que só tu podes tomar. Talvez a decisão mais importante da tua vida. Enquanto adiares a tua felicidade “não é o tempo que vai passando, mas a vida”. E esta, é demasiado preciosa para ser desperdiçada.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>RESISTÊNCIA À MUDANÇA</title><description><![CDATA[A mudança acontece a todo o momento. Tudo é impermanente. Ainda assim, procuramos a todo o custo obter segurança. Para isso, criamos as nossas rotinas, que nos dão uma falsa segurança. Acreditamos que se tivermos tudo no lugar, evitamos sentir dor. Se conhecermos todos os detalhes por onde nos movemos, estamos em segurança. Esta, é uma ilusão criada por nós. Como alguém disse “ela não existe na natureza”. Mas, a nossa mente, procura sempre o caminho do não esforço, o caminho do conforto, do<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_833526e4fd8047929d3492c8cce0a6f3%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_600%2Ch_350/6b6524_833526e4fd8047929d3492c8cce0a6f3%7Emv2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/11/01/RESIST%C3%8ANCIA-%C3%80-MUDAN%C3%87A</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/11/01/RESIST%C3%8ANCIA-%C3%80-MUDAN%C3%87A</guid><pubDate>Wed, 01 Nov 2017 19:45:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_833526e4fd8047929d3492c8cce0a6f3~mv2.jpeg"/><div>A mudança acontece a todo o momento. Tudo é impermanente. Ainda assim, procuramos a todo o custo obter segurança. Para isso, criamos as nossas rotinas, que nos dão uma falsa segurança. Acreditamos que se tivermos tudo no lugar, evitamos sentir dor. Se conhecermos todos os detalhes por onde nos movemos, estamos em segurança. Esta, é uma ilusão criada por nós. Como alguém disse “ela não existe na natureza”. Mas, a nossa mente, procura sempre o caminho do não esforço, o caminho do conforto, do fácil, do rápido. E, como tal, fazemos inúmeras coisas para oferecer este presente, aquela parte de nós que domina a nossa vida.</div><div>Quanto mais “segurança” vamos criando na nossa vida, mais vamos criando resistência à mudança. Todos os conceitos , com os quais crescemos, fizerem-nos acreditar numa vida com regras. Quando as experiências relacionadas com essas mesmas regras sofrem uma mudança, vem o conflito. Por exemplo, num termino de um relacionamento, para manter uma determinada regra inquebrável e não nos sentirmos diferentes e rejeitados, procuramos arranjar outro para compensar esse vazio. Estamos então viciados, num ciclo que pode durar a vida toda. Mudar é a última coisa que queremos. Isso trás dor. Traz conflito. Preferimos copiar, a criar. Preferimos fazer igual, a fazer diferente.</div><div>Talvez, exista uma mensagem para ti. Talvez, possa parecer que estás a repetir as coisas vezes e vezes sem conta. E, se calhar estás. Pode ser essa a oportunidade para trazeres mudança à tua vida. Para trazeres novidade. Ao permitires entrar um pouco de luz, poderás ver coisas que até então não sabias que existiam. Elas sempre estiveram lá. Pacientes à tua espera. E, pode ser que hoje, decidas dar o primeiro passo. Aquele que te vai permitir explorar o que até agora não passou de uma ilusão.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>ÉPOCA DE RENOVAÇÃO</title><description><![CDATA[O Outono já se faz sentir. Depois de uma época de expansão, começamos a entrar num processo de maior interiorização. As árvores começam a preparar-se para a mudança, perdendo as suas folhas antigas. Só assim se prepara para o próximo ciclo. Este processo de renovação, também acontece conosco. Esta estação permite-nos olhar para dentro e perceber o que necessitamos de deixar ir ou aquilo que queremos trazer de novo para a nossa vida. A mudança ocorre a todo o instante. A natureza é prova disso.<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_80af19b25a3e46968ad51523d3407a3e%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_352/6b6524_80af19b25a3e46968ad51523d3407a3e%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/10/18/%C3%89POCA-DE-RENOVA%C3%87%C3%83O</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/10/18/%C3%89POCA-DE-RENOVA%C3%87%C3%83O</guid><pubDate>Wed, 18 Oct 2017 15:09:14 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_80af19b25a3e46968ad51523d3407a3e~mv2.jpg"/><div>O Outono já se faz sentir. Depois de uma época de expansão, começamos a entrar num processo de maior interiorização. As árvores começam a preparar-se para a mudança, perdendo as suas folhas antigas. Só assim se prepara para o próximo ciclo. Este processo de renovação, também acontece conosco. Esta estação permite-nos olhar para dentro e perceber o que necessitamos de deixar ir ou aquilo que queremos trazer de novo para a nossa vida. A mudança ocorre a todo o instante. A natureza é prova disso. Resistir à mudança é resistir ao fluxo da vida. É resistir à vida que existe em nós. Sabemos, na maior parte das vezes o que fazer, mas não conseguimos deixar ir. Deixar ir, implica uma mudança e isso implica dor. Esta dor traz toda a aprendizagem que necessitamos para continuarmos a crescer. Se a árvore não libertasse as folhas no Outono, na próxima estação poderia morrer, pois as folhas seriam queimadas com o frio do inverno, afetando os ciclos de respiração da mesma. Poderá ser uma boa oportunidade para libertares agora, aquilo que vens carregando de ciclo para ciclo, afetando a tua árvore. A dúvida daquilo que vem a seguir pode ser um impedimento para o fazeres. Mas, provavelmente, parte daquilo que tens vivido até agora, tem sido um impedimento para seres feliz. É uma decisão entre o desconhecido e aquilo que conheces. E pode ser que desta vez, deixes a magia do Outono fluir dentro de ti.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>&quot;AMAR ALGUÉM SÓ PODE FAZER BEM&quot;</title><description><![CDATA[O Amor incondicional existe? É possível. Acredito que sim. Mas, de que forma é que expressamos o nosso Amor neste momento? Aquele Amor que nos faz sair do lugar onde estamos. Aquele Amor que nos faz sentir vivos e cheios de energia. Aquele impulso que nos faz viver as maiores aventuras, e que nos faz sair da nossa caixa, que tão arrumada que está. Aquele que provoca em nós suores. Aquele em que o coração bate mais rápido. Aquele que não nos faz dormir. Aquele que vai e que vem. Apaixonamo-nos e<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0723e5c79dde4882911d37d936f329ec%7Emv2.jpg/v1/fill/w_470%2Ch_624/6b6524_0723e5c79dde4882911d37d936f329ec%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/10/11/AMAR-ALGU%C3%89M-S%C3%93-PODE-FAZER-BEM</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/10/11/AMAR-ALGU%C3%89M-S%C3%93-PODE-FAZER-BEM</guid><pubDate>Wed, 11 Oct 2017 13:28:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0723e5c79dde4882911d37d936f329ec~mv2.jpg"/><div>O Amor incondicional existe? É possível. Acredito que sim. Mas, de que forma é que expressamos o nosso Amor neste momento? Aquele Amor que nos faz sair do lugar onde estamos. Aquele Amor que nos faz sentir vivos e cheios de energia. Aquele impulso que nos faz viver as maiores aventuras, e que nos faz sair da nossa caixa, que tão arrumada que está. Aquele que provoca em nós suores. Aquele em que o coração bate mais rápido. Aquele que não nos faz dormir. Aquele que vai e que vem. Apaixonamo-nos e sentimos tudo com aquela intensidade.</div><div>Do outro lado vêm as teorias de Amor ou apego. Se calhar de alguém que não quer viver este sentimento, ou que se esqueceu que ele existe. Provavelmente já criticámos quem esteja a viver isto, e como gostamos de ter razão, lá sai uma frase futurista relacionada com o fim daquele sentimento. Nesse lugar onde gostamos de estar e onde pensamos encontrar a nossa segurança, deixando assim o presente esquecido. Mas, neste momento, é onde tudo acontece. Não existe outro. Procurar o Amor incondicional, pode ser uma fuga aquilo que sentimos neste momento, e que nos faz mover pela vida com entusiasmo. Se ele vier, melhor. Mas se continuamos a viver na ilusão, tudo aquilo que é real é posto de lado. Na liberdade da expressão das nossas emoções, encontramos a vida que há em nós. Essa que nunca nos abandonou. Já diz a Marisa Monte: “ Amar alguém só pode fazer bem...”</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CAMINHOS DESCONHECIDOS</title><description><![CDATA[Confiar no desconhecido. Como confiar em algo que não conhecemos? Quando falamos em desconhecido, surgem imagens mentais, que nos fazem tentar encontrar o conhecido no desconhecido. Mas como são hipóteses, fica sempre um sentimento de dúvida. Logo, não estamos a confiar no desconhecido. Muitas vezes não se trata de confiar no desconhecido, mas confiar que independentemente daquilo que aconteça, vamos sobreviver. Mas, mesmo assim existem dúvidas. O medo condiciona todo este processo. Ele existe.<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_057744bcca1647f3a7095f008103e719%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/6b6524_057744bcca1647f3a7095f008103e719%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/10/04/CAMINHOS-DESCONHECIDOS</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/10/04/CAMINHOS-DESCONHECIDOS</guid><pubDate>Wed, 04 Oct 2017 15:49:12 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_057744bcca1647f3a7095f008103e719~mv2.jpg"/><div>Confiar no desconhecido. Como confiar em algo que não conhecemos? Quando falamos em desconhecido, surgem imagens mentais, que nos fazem tentar encontrar o conhecido no desconhecido. Mas como são hipóteses, fica sempre um sentimento de dúvida. Logo, não estamos a confiar no desconhecido. Muitas vezes não se trata de confiar no desconhecido, mas confiar que independentemente daquilo que aconteça, vamos sobreviver. Mas, mesmo assim existem dúvidas. O medo condiciona todo este processo. Ele existe. E todos o sentimos. Ele existe para nos proteger de algo. E quando sentimos que não estamos a viver, ele está a fazer o seu papel. Apenas sabe desempenhar esse papel. Proteção. Investigar todo este processo, sentindo-o, experienciando-o permite-nos não fugirmos, não evitarmos. Ao evitarmos algo que faz parte de nós, estamos a rejeitar-nos. Ao penetramos profundamente nesta experiência, conscientes deste processo, transmutamos. Percebemos que medo é apenas medo, e que por trás daquilo que andamos a evitar, existe um novo caminho à nossa espera para ser explorado. Um caminho desconhecido, que se pode tornar uma nova realidade.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>NÃO HÁ NINGUÉM IGUAL A TI</title><description><![CDATA[Não há ninguém igual a ti. És único. Ao procurares a imitação vais perdendo a tua individualidade. Aquilo que faz de ti especial é que não existe mais ninguém igual a ti. Todas as histórias, as feridas, as aventuras, as loucuras, são parte daquilo que viveste. Ninguém mais viveu assim. Só tu o fizeste. Tu experienciaste isso tudo. Ninguém mais o fez. És único. Imitar é apenas temporário, pois aquilo que és é mais forte do que aquilo que estás a tentar ser. Aquilo que és vai continuar a fazer<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_1f4da57b301745388a34e73b11032ead%7Emv2_d_1920_1200_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_391/6b6524_1f4da57b301745388a34e73b11032ead%7Emv2_d_1920_1200_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/09/27/N%C3%83O-H%C3%81-NINGU%C3%89M-IGUAL-A-TI</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/09/27/N%C3%83O-H%C3%81-NINGU%C3%89M-IGUAL-A-TI</guid><pubDate>Wed, 27 Sep 2017 17:36:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_1f4da57b301745388a34e73b11032ead~mv2_d_1920_1200_s_2.jpg"/><div>Não há ninguém igual a ti. És único. Ao procurares a imitação vais perdendo a tua individualidade. Aquilo que faz de ti especial é que não existe mais ninguém igual a ti. Todas as histórias, as feridas, as aventuras, as loucuras, são parte daquilo que viveste. Ninguém mais viveu assim. Só tu o fizeste. Tu experienciaste isso tudo. Ninguém mais o fez. És único. Imitar é apenas temporário, pois aquilo que és é mais forte do que aquilo que estás a tentar ser. Aquilo que és vai continuar a fazer pressão para se fazer ver. E, uma parte de ti, vai continuar a fazer pressão para esconder. Um conflito enorme é gerado. E enquanto esse conflito dura, estás na reação. Estás a caminhar sem rumo. À espera que algo aconteça.</div><div>O Universo apenas quer que sejas, com todas as escolhas que tens no momento. Estamos a aprender e tu não és exceção. Permitires-te Ser, dá-te a possibilidade de experimentares. E só investigando aquilo que experiências, podes transformar. E, talvez, a Iluminação não seja mais do que ires tornando visível aquilo que agora não consegues ver.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O MOMENTO EM QUE ESCOLHES VIVER</title><description><![CDATA[Aquilo que vives agora foi definido por ti. Escolheste assim. Por isso tudo aquilo que escolhes está correto. Não há nada de errado nisso. O que vem de ti, é a verdade. Mesmo quando sentes que alguém está a tomar o leme da tua vida, a escolha foi tua. Decidiste ser passivo. Por isso podes escolher viver na superfície ou mergulhares para algo mais profundo, mesmo não sabendo o que vais lá encontrar. Qualquer das opções é verdadeira. Qualquer uma te vai levar a algum lado. Tu decides para onde<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_24232c6f67ee4529bb9a33c593a5397c%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_417/6b6524_24232c6f67ee4529bb9a33c593a5397c%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/31/O-MOMENTO-EM-QUE-ESCOLHES-VIVER</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/31/O-MOMENTO-EM-QUE-ESCOLHES-VIVER</guid><pubDate>Wed, 31 May 2017 11:37:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_24232c6f67ee4529bb9a33c593a5397c~mv2.jpg"/><div>Aquilo que vives agora foi definido por ti. Escolheste assim. Por isso tudo aquilo que escolhes está correto. Não há nada de errado nisso. O que vem de ti, é a verdade. Mesmo quando sentes que alguém está a tomar o leme da tua vida, a escolha foi tua. Decidiste ser passivo. Por isso podes escolher viver na superfície ou mergulhares para algo mais profundo, mesmo não sabendo o que vais lá encontrar. Qualquer das opções é verdadeira. Qualquer uma te vai levar a algum lado. Tu decides para onde queres ir. Quando vives à superfície, estás sempre a reagir à vida. Não és o ator principal. Limitas-te a seguir o caminho que impuseste a ti mesmo, que por sua vez te foi imposto, estando em constante conflito com o mundo exterior e contigo. Tudo é uma questão de sobrevivência. A tensão está presente na tua vida e é com ela que vais reagindo às diferentes situações que vão sucedendo. Porém, pode acontecer que essas emoções desconfortáveis que vens sentindo, possam ser um sinal que é altura de fazeres as coisas de forma diferente. Sair do ciclo vicioso, também é uma escolha. Não é fácil. É necessário lucidez. É necessário coragem. Mas mais que tudo, é necessário respeitarmos o nosso próprio Ser, a nossa vida. Até que ponto te respeitas. Até que ponto te valorizas. Não esperes que ninguém o faça por ti, pois se sentires essa necessidade, se sentires que as respostas estão fora, pode ser que esteja na altura de mergulhares em profundidade. Mas, dúvida daquilo que te digo. Pois a verdade, está dentro de ti. E quem melhor que tu, para definires o teu caminho.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>RECONHECE O TEU LADO MAIS SOMBRIO</title><description><![CDATA[Tal como um cientista, e durante o nosso crescimento, aprendemos através da experiência quais os comportamentos que nos garantem aceitação, e quais aqueles que nos provocam rejeição. Então, ao sermos bons, ao fazermos as coisas corretamente, fomos enchendo um saco que carregámos às costas, com todas as coisas que não eram aceites pela família ou pelos amigos. Esse saco foi ficando cada vez mais cheio e cada vez mais escuro. Tão escuro, que deixámos de ver essas partes de nós. Elas nunca<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_c51ad029cb304e75ab09568df178a225%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_366/6b6524_c51ad029cb304e75ab09568df178a225%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/24/RECONHECE-O-TEU-LADO-MAIS-SOMBRIO</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/24/RECONHECE-O-TEU-LADO-MAIS-SOMBRIO</guid><pubDate>Wed, 24 May 2017 11:34:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_c51ad029cb304e75ab09568df178a225~mv2.jpg"/><div>Tal como um cientista, e durante o nosso crescimento, aprendemos através da experiência quais os comportamentos que nos garantem aceitação, e quais aqueles que nos provocam rejeição. Então, ao sermos bons, ao fazermos as coisas corretamente, fomos enchendo um saco que carregámos às costas, com todas as coisas que não eram aceites pela família ou pelos amigos. Esse saco foi ficando cada vez mais cheio e cada vez mais escuro. Tão escuro, que deixámos de ver essas partes de nós. Elas nunca desapareceram, e à medida que as fomos rejeitando, o Universo arranjou uma forma de nos lembrar que elas existem. Por vezes aquela pessoa que nos irrita, tem uma mensagem para nós. Onde é que aquilo que criticamos nos outros se encontra dentro de nós? O que é que não aceitamos em nós? Fugir da própria sombra, é um trabalho desgastante, inglório. Ao reprimirmos essa parte de nós, estamos também a reprimir o pólo oposto. A quantidade de energia que é despendida em mostrarmos aos outros aquilo que gostávamos de ser. Tudo isto, para proteger o nosso lado mais sombrio. Escondemos durante uma vida inteira, e o corpo vai reagindo a essa tensão. Ele informa-nos sobre a necessidade de deixarmos de criar tensão dentro de nós, através das mais variadas doenças. Não é necessário mudança. Apenas rendição. Apenas aceitação. Só trazendo à luz tudo aquilo que escondemos dos outros, tudo aquilo que achamos que é diabólico, conseguimos transmutar. Só aceitando que “o mundo está em nós”, conseguimos ter acesso a todas as nossas potencialidades. Assim, deixamos de criar resistência, abrindo-se espaço para a nossa verdadeira essência se manifestar. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>QUANDO O TEMPO PÁRA...ACABAM-SE AS PREOCUPAÇÕES</title><description><![CDATA[O que aconteceria, se acabassem as preocupações? Como seria a nossa vida? Não falo das preocupações que têm como finalidade definir um objetivo. Ex: se eu for fazer uma viagem é importante que me preocupe se o carro tem gasolina suficiente. Falo sim, de todas as outras que ocupam a nossa mente na maior parte das vezes. Será que vou encontrar alguém? Será que vou ter dinheiro suficiente? O que será que os outros vão pensar de mim? Será...Será...Será? Todas estas questões, tornam a nossa mente<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_dc1d2a647f684c7991623b4123d51d27%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_626%2Ch_715/6b6524_dc1d2a647f684c7991623b4123d51d27%7Emv2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/17/QUANDO-O-TEMPO-P%C3%81RAACABAM-SE-AS-PREOCUPA%C3%87%C3%95ES</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/17/QUANDO-O-TEMPO-P%C3%81RAACABAM-SE-AS-PREOCUPA%C3%87%C3%95ES</guid><pubDate>Wed, 17 May 2017 11:32:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_dc1d2a647f684c7991623b4123d51d27~mv2.jpeg"/><div>O que aconteceria, se acabassem as preocupações? Como seria a nossa vida? Não falo das preocupações que têm como finalidade definir um objetivo. Ex: se eu for fazer uma viagem é importante que me preocupe se o carro tem gasolina suficiente. Falo sim, de todas as outras que ocupam a nossa mente na maior parte das vezes. Será que vou encontrar alguém? Será que vou ter dinheiro suficiente? O que será que os outros vão pensar de mim? Será...Será...Será? Todas estas questões, tornam a nossa mente muito ocupada, mas como nos estamos a referir a situações fora do nosso controlo, surge a preocupação. Somos então escravos deste tempo psicológico, criado apenas por nós. Fugimos então do momento presente, constantemente, para criar medo dentro de nós. Medo de não conseguirmos. Medo de fracassarmos. Medo de não sermos aceites. Colocamos neste depósito, todas as imagens de medo que conseguirmos, e dessa forma a nossa vida vai ser baseada no medo. E onde há medo, não pode haver espaço para o Amor. Como parar então esta incessante corrente de pensamentos negativos? Tal como vais para a escola, para o trabalho ou para o ginásio, é necessário treino. Mas, este é o treino mais importante, é aquele que vai permitir que todos os outros sejam mais eficientes. Uma mente focada no presente, é uma mente tranquila. E onde existe tranquilidade, existe criatividade. Só uma mente em Paz, consegue criar. Uma mente cheia, confusa, não arranja espaço para o que é novo. Quanto menos resistência oferecermos aos pensamentos, mais vamos criar Paz. Então, quando surgir um preocupação, talvez nesse momento possamos deixá-la fluir, livremente. Deixá-la ir para onde quer ir. Desta forma não nos estamos a identificar com ela. E ao fazer isso, já não estamos prisioneiros. Estamos então centrados no único momento que existe. O momento presente. Aqui e agora.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>ASSUME A RESPONSABILIDADE PELA TUA VIDA</title><description><![CDATA[Para tudo aquilo que acontece na vida, temos sempre uma boa desculpa preparada. Atrasamo-nos numa reunião, foi do transito. Começamos a pensar em ir para o ginásio, mas não temos tempo. O nosso filho quer brincar connosco, agora não podemos. Mesmo quando achamos que os outros nos magoam, na verdade nós é que permitimos isso. A culpa não é dos outros. A culpa não está no exterior. Na verdade não há culpa. Refugiamo-nos sempre em algo fora para desculpar a nossa irresponsabilidade. Quando é que<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_26ad59fc4fc64b66ad6fa0c3d1327c2b%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_788/6b6524_26ad59fc4fc64b66ad6fa0c3d1327c2b%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/10/ASSUME-A-RESPONSABILIDADE-PELA-TUA-VIDA</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/10/ASSUME-A-RESPONSABILIDADE-PELA-TUA-VIDA</guid><pubDate>Wed, 10 May 2017 11:29:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_26ad59fc4fc64b66ad6fa0c3d1327c2b~mv2.jpg"/><div>Para tudo aquilo que acontece na vida, temos sempre uma boa desculpa preparada. Atrasamo-nos numa reunião, foi do transito. Começamos a pensar em ir para o ginásio, mas não temos tempo. O nosso filho quer brincar connosco, agora não podemos. Mesmo quando achamos que os outros nos magoam, na verdade nós é que permitimos isso. A culpa não é dos outros. A culpa não está no exterior. Na verdade não há culpa. Refugiamo-nos sempre em algo fora para desculpar a nossa irresponsabilidade. Quando é que vamos começar a ser responsáveis pelas nossas ações? Quando é que vamos perceber que temos todas as respostas, e que tudo na vida é uma escolha. Uma escolha nossa. A partir do momento que o fazemos, começamos a assumir o controlo da nossa vida. Começamos assim a tornar a nossa vida mais fácil, menos pesada. Já não gastamos tanta energia a tentarmo-nos defender. Já não gastamos tanta energia a criar novas personalidades. E essa energia não desperdiçada, pode então ser usada para fazermos aquilo que gostamos, em vez de ser usada como escudo para o medo que sentimos dentro de nós. Se desta vez não inventarmos mais uma desculpa, o que pode acontecer? O sofrimento nunca vem da situação em si, mas da forma como interpretamos a mesma. E isso, é também uma escolha. E somos nós que a fazemos!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>EU SOU O CAPITÃO DA MINHA ALMA</title><description><![CDATA[Tens todas as ferramentas ao alcance para mudares o rumo da tua vida. Não que tenhas que ser impulsivo e mandar tudo para trás das costas. Mas já aguentaste tanto coisa, já foste tantas vezes corajoso, afim de aguentar uma grande carga emocional, reprimindo-a, não a deixando fluir, que agora pode ter chegado a altura de resgatares a tua liberdade. Nunca é tarde para o fazer. Resgatar a liberdade é simplificar. É deixares as tuas emoções fluírem naturalmente. É deixares de ser aquilo que gostavas<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0633244852594d72933987657e3a2388%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_352/6b6524_0633244852594d72933987657e3a2388%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/EU-SOU-O-CAPIT%C3%83O-DA-MINHA-ALMA</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/EU-SOU-O-CAPIT%C3%83O-DA-MINHA-ALMA</guid><pubDate>Wed, 03 May 2017 15:29:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0633244852594d72933987657e3a2388~mv2.jpg"/><div>Tens todas as ferramentas ao alcance para mudares o rumo da tua vida. Não que tenhas que ser impulsivo e mandar tudo para trás das costas. Mas já aguentaste tanto coisa, já foste tantas vezes corajoso, afim de aguentar uma grande carga emocional, reprimindo-a, não a deixando fluir, que agora pode ter chegado a altura de resgatares a tua liberdade. Nunca é tarde para o fazer. Resgatar a liberdade é simplificar. É deixares as tuas emoções fluírem naturalmente. É deixares de ser aquilo que gostavas de ser, para Seres. Não há desculpas. A única limitação está dentro de ti. E és tu que a crias. Sabemos que nos estamos a desculpar quando o fazemos, mas mais uma vez reprimimos. Por vezes dói. Mas há quanto tempo já aguentas esse sofrimento. Há quanto tempo, deixaste de liderar a tua vida. Para seres tu mesmo, não é necessário esforço. Esforço é aquilo que tens feito durante anos e anos, para seres aceite, para seres Amado, acreditando que o Amor está fora de ti, nos objetos, nos outros. Por vezes passamos uma vida com esta crença. Aquilo que procuras fora, está dentro. E só quando te permites senti-lo, aceita-lo, percebes que existe algo. Algo diferente daquilo que estás habituado a sentir. Algo que não consegue ser expresso em palavras. “Não importa o quão estreito seja o portão e quão repleta de castigos seja a sentença, eu sou o dono do meu destino, eu sou o capitão da minha alma” William Ernest Henley</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>TU ÉS A VERDADE</title><description><![CDATA[Consegues escutar o silêncio no meio do caos dos teus pensamentos? Se nunca o fizeste experimenta. Existem várias formas para o fazeres, mas só tu vais saber qual a melhor para ti. Podes aprender em livros, com gurus, com professores, mas o que estás a fazer é adquirir conhecimento. Aprender é algo diferente. Para o fazeres não podes deixar a mente influenciar a tua experiência no Agora. Se existir essa influência, então não estás presente. Quando vês uma flor, existe uma interpretação baseada<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_43945b14c935449e9066e0614f7b3f0a%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_482/6b6524_43945b14c935449e9066e0614f7b3f0a%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/TU-%C3%89S-A-VERDADE</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/TU-%C3%89S-A-VERDADE</guid><pubDate>Wed, 26 Apr 2017 15:28:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_43945b14c935449e9066e0614f7b3f0a~mv2.jpg"/><div>Consegues escutar o silêncio no meio do caos dos teus pensamentos? Se nunca o fizeste experimenta. Existem várias formas para o fazeres, mas só tu vais saber qual a melhor para ti. Podes aprender em livros, com gurus, com professores, mas o que estás a fazer é adquirir conhecimento. Aprender é algo diferente. Para o fazeres não podes deixar a mente influenciar a tua experiência no Agora. Se existir essa influência, então não estás presente. Quando vês uma flor, existe uma interpretação baseada na tua experiência, no conhecimento que adquiriste. Então não estás a vê-la. Estás a interpreta-la dando-lhe nomes, atribuindo significados. Se eliminares os conceitos, então a flor existe apenas. E cada vez que a vês, vai ser uma experiência nova. A tua história já não está a interferir. Para isso acontecer, é necessário encontrares o silêncio. Nesse silêncio não existe confusão, não existem necessidades, carências, dependências. É onde reside todo o teu potencial. E quanto mais influências externas existirem e mais te identificares com elas, mais longe estás desse silêncio. Procuras a identificação externamente, mas não é fora onde tu te encontras. Se experimentares dizer, “ EU SOU” a tua mente vai tentar completar essa frase. Ex: EU SOU médico, EU SOU o João, EU SOU heterossexual...Mas isso não é quem tu és. Está associado a um conceito, a uma crença que de alguma forma adquiriste. Por trás desses conceitos todos, estás tu. TU ÉS. Apenas isso. Isso é aprendizagem, sem filtros, sem condicionamentos, sem rigidez. E à medida que fores abrindo espaço para a tua verdade se manifestar, percebes que a verdade e tu são a mesma coisa. E quando isso acontece estás finalmente livre. Um novo caminho se abre e já não queres voltar atrás.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A VIDA CHAMA POR TI</title><description><![CDATA[A vida é feita de escolhas. Quanto mais ignoramos aquilo que somos, aquilo que nos faz sentir vivos, mais criamos resistencia e consequentemente sofremos. Dar um passo diferente, um passo para o desconhecido, é procurarmos uma resposta. Por vezes temos de sair da nossa zona de conforto. As provas de superacao por vezes existem, para nos permitirmos entrar em contacto com aquilo que normalmente fugimos. Deixamos o medo tomar conta das nossas vidas, e deixamos de aproveitar a oportunidade que é<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_c6999602b8a04fc394cfe9e5c64c66dc%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_445/6b6524_c6999602b8a04fc394cfe9e5c64c66dc%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/A-VIDA-CHAMA-POR-TI</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/A-VIDA-CHAMA-POR-TI</guid><pubDate>Wed, 12 Apr 2017 15:26:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_c6999602b8a04fc394cfe9e5c64c66dc~mv2.jpg"/><div>A vida é feita de escolhas. Quanto mais ignoramos aquilo que somos, aquilo que nos faz sentir vivos, mais criamos resistencia e consequentemente sofremos. Dar um passo diferente, um passo para o desconhecido, é procurarmos uma resposta. Por vezes temos de sair da nossa zona de conforto. As provas de superacao por vezes existem, para nos permitirmos entrar em contacto com aquilo que normalmente fugimos. Deixamos o medo tomar conta das nossas vidas, e deixamos de aproveitar a oportunidade que é viver. Se o medo está lá, entra em contacto com ele. O medo não pode ter medo dele mesmo. Sente-o, mas permite-te avançar. Conhece-o, mas não fiques estático. Sempre que quiseres fazer algo e ele aparecer, não é preguiça. É o medo a tomar conta de ti. Inibes-te de seres livre, a vida vai passando e ficou tanta coisa por realizar. O momento é este. Não existe mais nenhum.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PARA ALÉM DA MENTE</title><description><![CDATA[Existem diversas investigações e teorias relacionadas com o estudo da mente. Há quem defenda que devemos acabar com o Ego , e há quem mencione que devemos ter um Ego forte. Independentemente daquilo que achamos ser o mais correto, a nossa mente permite-nos agir neste mundo, de forma a nos lembrarmos de situações, tomarmos decisões, pensarmos... Ego, é apenas uma palavra que define algo que não é visível. Será então importante percebermos toda a estrutura da mente, exactamente como ela funciona e<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_5b39d03527d44a83b07b8d9a141fa7d0%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_352/6b6524_5b39d03527d44a83b07b8d9a141fa7d0%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/PARA-AL%C3%89M-DA-MENTE</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/PARA-AL%C3%89M-DA-MENTE</guid><pubDate>Wed, 05 Apr 2017 15:23:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_5b39d03527d44a83b07b8d9a141fa7d0~mv2.jpg"/><div>Existem diversas investigações e teorias relacionadas com o estudo da mente. Há quem defenda que devemos acabar com o Ego , e há quem mencione que devemos ter um Ego forte. Independentemente daquilo que achamos ser o mais correto, a nossa mente permite-nos agir neste mundo, de forma a nos lembrarmos de situações, tomarmos decisões, pensarmos... Ego, é apenas uma palavra que define algo que não é visível. Será então importante percebermos toda a estrutura da mente, exactamente como ela funciona e de que forma nos prejudica? Ou será importante conhecermos através da experiência, aquilo que está para além da mente? Ou serão ambos importantes? Provavelmente, já em algum momento da tua vida, sentiste algo que não conseguiste explicar, algo tão puro, que não podia ser traduzido à letra. Mas, como gostamos de identificar coisas, podemos chamar-lhe Paz, Amor, entre outras palavras. Tudo isto acontece quando, na verdade, não deixamos a mente interferir no processo. As situações nunca são novas, porque na verdade perante uma situação, vamos reagir através do nosso histórico, das nossas experiências, logo, através da nossa mente. Ex: se eu conhecer uma pessoa “nova”, existe algo que a poderá julgar, condenar, rotular, etc. Só conseguimos de facto experienciar uma situação como nova, quando não existe interferência do passado. E como isso é possível? Quanto mais consciência tivermos de quem somos, mais o conseguimos fazer. Quando os pensamentos automáticos surgem, provavelmente não estamos atentos. Mas são eles, que na maior parte do tempo, governam o nosso dia. Acreditamos então que somos esses pensamentos. E com isso, sofremos. Então, quem somos nós? Somos aquele que observa esses pensamentos. Se conseguimos de facto observá-los, então não podemos ser os pensamentos. E aquilo que sentimos, sem a interferência desses mesmos pensamentos, não pode ser vivido na mente. Existe então algo que começa a manifestar-se. Algo mais profundo, algo mais intenso, algo mais real. Só pode ser real, aquilo que vem diretamente de nós. É o inicio de um percurso novo, em que a mente se torna uma ferramenta. Deixamos então de ser comandados e assumimos o comando das nossas vidas. Aqui e agora, o único momento onde as coisas realmente acontecem.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O SOFRIMENTO É CRIADO. O AMOR...É!</title><description><![CDATA[Einstein dizia “Não podemos resolver os nossos problemas com a mesma mentalidade de quando os criámos”. Ao longo da nossa vida, todos nós, passamos por momentos difíceis. Momentos esses que por vezes, levam a muito sofrimento. Pode ser que neste momento estejamos nessa fase, ou estejamos já numa fase de superação. Se olharmos para trás, percebemos que, fomos capazes de ultrapassar muitas das situações difíceis que vivemos. Já o fizemos desde pequenos, quando tivemos a coragem de nos por de pé. A<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_686e0d4fd00c48e787653b5ab0297e33%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_352/6b6524_686e0d4fd00c48e787653b5ab0297e33%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/O-SOFRIMENTO-%C3%89-CRIADO-O-AMOR%C3%89</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/O-SOFRIMENTO-%C3%89-CRIADO-O-AMOR%C3%89</guid><pubDate>Wed, 29 Mar 2017 15:22:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_686e0d4fd00c48e787653b5ab0297e33~mv2.jpg"/><div>Einstein dizia “Não podemos resolver os nossos problemas com a mesma mentalidade de quando os criámos”. Ao longo da nossa vida, todos nós, passamos por momentos difíceis. Momentos esses que por vezes, levam a muito sofrimento. Pode ser que neste momento estejamos nessa fase, ou estejamos já numa fase de superação. Se olharmos para trás, percebemos que, fomos capazes de ultrapassar muitas das situações difíceis que vivemos. Já o fizemos desde pequenos, quando tivemos a coragem de nos por de pé. A partir desse momento, mudámos a percepção que tínhamos do exterior. Começámos a experimentar o mundo, a aventurar-nos. Muitas vezes, caímos, mas a nossa curiosidade foi maior. Todos os momentos por que passamos, dão-nos a oportunidade, de alterar algo na nossa vida. Deus (que pode ter um significado diferente para cada um), não nos dá aquilo que nós queremos. Em vez disso, dá-nos a oportunidade de lá chegarmos. Se queremos ter paciência, ela não nos vai ser dada, mas vão surgir inúmeras oportunidades para ter paciência. A responsabilidade é sempre nossa. Por vezes, não conseguimos é sair do ciclo vicioso em que nos metemos. E para tal, temos de conseguir olhar de fora para a situação. A nossa carga emocional é tão intensa, que não nos permite ajuizar de forma mais coerente todas as soluções. Para isso acontecer, é importante estarmos na nossa companhia. A partir do momento que nos afastamos, diminuímos essa carga de emoções e pensamentos. A saudade pode lá estar. A vontade de voltar pode ser sentida. Mas só fazendo este movimento, conseguimos sair do ciclo. Já estamos a fazer algo diferente. E com esta nova percepção do mundo, vamos ganhando cada vez mais confiança em nós. Começamos a perceber que temos todos os recursos. Não sabemos o que vem a seguir. Nem sabemos se a mesma situação vai voltar. Mas desta vez, estamos mais perto de nós, do que alguma vez estivemos. E isso, dá-nos a coragem de escolhermos o que é melhor para nós. Mas desta vez, sem medo de ficarmos sozinhos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O PRAZER DA NOSSA COMPANHIA</title><description><![CDATA[Estar sozinho ainda é visto por muitos como algo desconfortável. Estamos habituados a estar com alguém, e no fundo isso vai criando algum grau de dependência, de apego. Vai correndo tudo bem, até ao momento que alguém sai da nossa vida. Vai correndo tudo bem, enquanto aquela pessoa vai compensando o vazio que muitas vezes sentimos. No momento em que as pessoas seguem caminhos diferentes, o vazio deixa de ser preenchido. Vamos então arranjar outra maneira de o preencher. Este momento, traz<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_eec7ae72e0c14299b51509f63b2a9b44%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_296/6b6524_eec7ae72e0c14299b51509f63b2a9b44%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/O-PRAZER-DA-NOSSA-COMPANHIA</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/O-PRAZER-DA-NOSSA-COMPANHIA</guid><pubDate>Wed, 22 Mar 2017 16:20:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_eec7ae72e0c14299b51509f63b2a9b44~mv2.jpg"/><div>Estar sozinho ainda é visto por muitos como algo desconfortável. Estamos habituados a estar com alguém, e no fundo isso vai criando algum grau de dependência, de apego. Vai correndo tudo bem, até ao momento que alguém sai da nossa vida. Vai correndo tudo bem, enquanto aquela pessoa vai compensando o vazio que muitas vezes sentimos. No momento em que as pessoas seguem caminhos diferentes, o vazio deixa de ser preenchido. Vamos então arranjar outra maneira de o preencher. Este momento, traz consigo uma oportunidade de mudança, de transformação. Em vez de fazermos como sempre fizemos, podemos experimentar fazer de forma diferente. Podemos experimentar, por exemplo, o prazer da nossa companhia. O prazer de podermos ir ao cinema sozinhos. O prazer de apreciarmos o pôr do sol na nossa presença. Quanto mais nos sentirmos, mas estamos perto de nós. Mas só o conseguimos fazer, se tivermos a coragem para fazer diferente. Todos temos um potencial enorme. Por vezes, durante a vida toda, não o descobrimos, pois estamos mais atentos ao que se passa lá fora. E enquanto isso vai acontecendo, deixamos de viver. Desapegar, é um processo difícil, mas quanto mais o fizermos, mais vamos lidar com as situações de uma forma mais flexível, e com maior aceitação. Não temos de ser perfeitos, pois estamos aqui a aprender primeiro a ser Humanos, fazendo justiça à palavra. É um processo de desconstrução de tudo aquilo que acreditámos ser o mais importante. Mas enquanto vai acontecendo, vamos sentido cada vez mais o fluir da vida. E durante esse caminho, pessoas virão, outras permanecerão, e outras vão embora. A única coisa que conseguimos controlar, é o que se passa dentro de nós. E para isso, temos de nos encontrar novamente.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>REENCONTRO COM A TUA ESSÊNCIA</title><description><![CDATA[Quantas vezes sentiste que estás a ser observado? Quantas vezes estás a dançar e preocupado em fazer boa figura? Por vezes na tua mente surgem pensamentos “o que é que o outro está a pensar?” Quanto mais isso te preocupa, mais estás fora. Quanto mais preocupado estás com os outros, menos estás contigo. Estar em ti é sentires-te, é poderes exprimir toda a tua essência, sem julgamentos. Esses julgamentos, vêm principalmente de ti, daquilo que acreditas. Entras numa espiral de pensamentos<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0969c6464703487ca8e6ae3d33c7586c%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/6b6524_0969c6464703487ca8e6ae3d33c7586c%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/REENCONTRO-COM-A-TUA-ESS%C3%8ANCIA</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/REENCONTRO-COM-A-TUA-ESS%C3%8ANCIA</guid><pubDate>Wed, 15 Mar 2017 16:18:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_0969c6464703487ca8e6ae3d33c7586c~mv2.jpg"/><div>Quantas vezes sentiste que estás a ser observado? Quantas vezes estás a dançar e preocupado em fazer boa figura? Por vezes na tua mente surgem pensamentos “o que é que o outro está a pensar?” Quanto mais isso te preocupa, mais estás fora. Quanto mais preocupado estás com os outros, menos estás contigo. Estar em ti é sentires-te, é poderes exprimir toda a tua essência, sem julgamentos. Esses julgamentos, vêm principalmente de ti, daquilo que acreditas. Entras numa espiral de pensamentos compulsivos, e não vês a porta de saída. Para estares em ti, é importante primeiro tomares consciência de todas as proteções que utilizas para não te sentires, com medo do que está lá dentro. Pode ser difícil, mas só reconhecendo e aceitando que estás a fugir, e que para isso estás a utilizar um disfarce, consegues de facto dar o próximo passo. Um grande passo, sem dúvida. A partir daqui começa o processo de transformação. Vais em busca das tuas emoções que foram originadas pelo facto de te teres afastado da tua essência. Reconheceres o teu medo, a tua raiva, a tua tristeza. A dor que foi originada em algum momento, a dor de não poderes Ser, criou uma resistência entre aquilo que é o correto e entre tu mesmo, pois fazes de tudo para não sentires o mesmo que sentiste lá atrás. Fazes de tudo para agradar e dessa forma não sentires as tuas feridas. Foi também essa a razão que te fez distanciar de ti. Quando integras estas emoções, como fazendo parte do teu processo, podes então transformá-las. Começas a olhar mais para dentro e a perceber a sua origem. E quando compreendes que todos aqueles que te feriram, só estavam a evitar de sofrer novamente, estás então cada vez mais perto. Quando descobres onde estás, começas a sentir vontade de apreciar cada vez mais a tua companhia. Parece um caminho longo, mas para já, podes começar a pensar em fazer algo. A resposta sempre esteve em ti!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>FLEXIBILIDADE EMOCIONAL</title><description><![CDATA[Quando somos crianças, a nossa espontaneidade incomoda o mundo dos adultos. É nessa altura que começamos a deixar de ser livres. Começamos a deixar de Ser, para nos condicionarmos em nome daquilo que “está correto”. Fazemos isso durante a vida toda, ou se entretanto despertarmos, podemos fazê-lo parte da nossa vida. Todas estas limitações, criam em nós sistemas de crenças bastante rígidos. Mais tarde perante uma determinada situação, defendemos aquilo que aprendemos “lá atrás”, com unhas e<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_075277b42f9c4bb2a4310b9c550c1a82%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_398/6b6524_075277b42f9c4bb2a4310b9c550c1a82%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/FLEXIBILIDADE-EMOCIONAL</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/FLEXIBILIDADE-EMOCIONAL</guid><pubDate>Wed, 08 Mar 2017 16:14:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_075277b42f9c4bb2a4310b9c550c1a82~mv2.jpg"/><div>Quando somos crianças, a nossa espontaneidade incomoda o mundo dos adultos. É nessa altura que começamos a deixar de ser livres. Começamos a deixar de Ser, para nos condicionarmos em nome daquilo que “está correto”. Fazemos isso durante a vida toda, ou se entretanto despertarmos, podemos fazê-lo parte da nossa vida. Todas estas limitações, criam em nós sistemas de crenças bastante rígidos. Mais tarde perante uma determinada situação, defendemos aquilo que aprendemos “lá atrás”, com unhas e dentes, porque acreditamos que é a verdade. Mas mais do que alguém ousar questionar “a nossa verdade”, por vezes tocam em feridas que em alguma altura sentimos. Tudo isso faz com que, estejamos em reação a maior parte do tempo, em vez de estarmos realmente em nós. Todos esses sistemas de crenças construídos, fazem-nos estar sempre fora. Como se estivéssemos à porta de um castelo a defender-nos dos inimigos. E assim vamos passando a nossa vida. Orgulhosos, invejosos, rígidos, são estas as características que vamos desenvolvendo, tudo em nome de...nada. Na verdade não ganhamos nada com isso. Na verdade somos um pouco masoquistas. Estamos tão inconscientes que nos esquecemos de nós. Esquecemo-nos de ser crianças, livres.</div><div>A flexibilidade com que encaramos as nossas crenças, vai ditar a nossa felicidade, a nossa liberdade. Sermos livres, é aceitarmo-nos. É permitirmo-nos Ser como realmente somos. É aceitar as nossas sombras, para dessa forma as transformarmos. É estarmos dentro e não fora. É deixarmos a porta do castelo aberta, e percebermos que já não precisamos de nos proteger. Aquela criança espontânea, que passou a criança condicionada, a adulto rígido e infeliz, pode neste momento voltar a ser criança, mas com uma consciência maior. Só nós podemos fazer o nosso caminho. É tudo uma questão de escolha. &quot;Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se não fizer nada, não existirão resultados&quot; Mahtma Ghandi</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O APEGO FICA À PORTA</title><description><![CDATA[Já alguma vez sentiste que o teu caminho é por “alí” mas existe algo que te prende? Sabes a resposta mas não consegues agir? Deixar algo para trás exige aceitação e entrega. Só quando aceitamos que “tudo pode acontecer” e nos entregamos, começamos a fazer o percurso. Sentimos medo de dar o próximo passo, mas no fundo nós acreditamos que “aquele é o caminho certo”. Exige também coragem, para não fugirmos de nós. Coragem para irmos ao encontro da nossa essência. Quando estamos nessa encruzilhada,<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_46128ca17e8942069c3bff9dcca4c9a5%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_391/6b6524_46128ca17e8942069c3bff9dcca4c9a5%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/O-APEGO-FICA-%C3%80-PORTA</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/O-APEGO-FICA-%C3%80-PORTA</guid><pubDate>Wed, 22 Feb 2017 16:38:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_46128ca17e8942069c3bff9dcca4c9a5~mv2.jpg"/><div>Já alguma vez sentiste que o teu caminho é por “alí” mas existe algo que te prende? Sabes a resposta mas não consegues agir? Deixar algo para trás exige aceitação e entrega. Só quando aceitamos que “tudo pode acontecer” e nos entregamos, começamos a fazer o percurso. Sentimos medo de dar o próximo passo, mas no fundo nós acreditamos que “aquele é o caminho certo”. Exige também coragem, para não fugirmos de nós. Coragem para irmos ao encontro da nossa essência. Quando estamos nessa encruzilhada, começamos a “fazer contas” a tudo aquilo que vamos deixar para trás, para seguir o novo caminho. Todas as experiências, as pessoas, a segurança. Entramos em modo racional. É neste modo que mais uma vez fugimos de nós, para sermos aquilo que devemos ser. E mesmo quando damos novamente o passo atrás, algo continua a puxar-nos e a dizer-nos que esse não é o caminho. A resistência que é criada, entre aquilo que devemos ser e aquilo que queremos ser é que nos leva ao sofrimento. Em vez de vivermos, sobrevivemos. Acomodamo-nos uns aos outros. Deixamo-nos estar. Até que o conformismo toma conta de nós. E desistimos. As certezas que procuramos para seguir em frente, não existem fora de nós. Quando observamos o que está a acontecer, afastamo-nos da armadilha dos nosso pensamentos. Começamos a perceber que nós não somos esses pensamentos. Nós somos aquele que os consegue observar. Aquele que tem a liberdade para ser o que quiser. E talvez nesse momento, estejamos preparados para abrir aquela porta, que nos vai levar a um caminho onde tudo é possível. Onde tudo é alcançável. E onde o apego fica à porta. “Sente a liberdade do teu próprio Ser. A plenitude do teu próprio Ser. Então nada será obstáculo”</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>RELAÇÕES OU &quot;RALAÇÕES&quot;</title><description><![CDATA[O mundo cinematográfico aproveitou muito bem este tema. Falo de relações amorosas. Muitos dos filmes românticos realizados têm o ingrediente principal para fazerem prender o espectador ao ecrã. A relação perfeita. A projecção que fazemos de nós para aquele contexto, faz criar uma ilusão. A ilusão de vivermos a mesma história. Não é de agora. É desde muito cedo. As histórias de príncipes e princesas, as histórias em que “viveram felizes para sempre", etc.. Com isto crescemos a acreditar que este<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_524ffe4fed1b4a8e8a0112b6c782055c%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/RELA%C3%87%C3%95ES-OU-RALA%C3%87%C3%95ES</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/RELA%C3%87%C3%95ES-OU-RALA%C3%87%C3%95ES</guid><pubDate>Wed, 15 Feb 2017 16:40:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_524ffe4fed1b4a8e8a0112b6c782055c~mv2.jpg"/><div>O mundo cinematográfico aproveitou muito bem este tema. Falo de relações amorosas. Muitos dos filmes românticos realizados têm o ingrediente principal para fazerem prender o espectador ao ecrã. A relação perfeita. A projecção que fazemos de nós para aquele contexto, faz criar uma ilusão. A ilusão de vivermos a mesma história. Não é de agora. É desde muito cedo. As histórias de príncipes e princesas, as histórias em que “viveram felizes para sempre&quot;, etc.. Com isto crescemos a acreditar que este é o nosso objetivo. Basta encontrar a pessoa certa, e tudo isto acontece. Projetamos mais uma vez a nossa felicidade no outro. Colocamos a responsabilidade no outro. Ao mergulharmos e experienciarmos relações, começamos a perceber que as coisas não são como nos filmes, nem nas histórias. Afinal não duram para sempre. Afinal aquele que Amava-mos, agora odiamos. Como é possivel? Para passarmos da teoria à prática temos de vivenciar. A partir desse momento, vamos fazendo as modificações que achamos mais corretas, não deixando que seja o caminho a guiar-nos, mas a estarmos no comando do mesmo. Começamos a sentir a nossa essência e a apreciar a nossa companhia, sabendo que o futuro não existe e vivendo intensamente o presente. Descobrimos então que é possível “vivermos felizes para sempre”. E, se nesse momento, aparecer alguém, podemos partilhar tudo aquilo que descobrimos que existia dentro de nós, sabendo que aquela pessoa não nos vai preencher, mas sim fazer transbordar todo o Amor que já existe dentro de nós. “Quando gostamos de uma flor, arrancamo-la. Quando amamos uma flor, regamo-la todos os dias...”</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O MAPA DO TESOURO</title><description><![CDATA[Pára por uns instantes. O que está a acontecer dentro do teu corpo? Existe movimento? Existe vida? Vida...já alguma vez a sentiste dentro de ti?Quando começas a sentir essa energia interna, nem que seja por uns segundos, nem que seja por um dia, significa que estás mais perto. Estás mais perto de ti, do que alguma vez já estiveste. Estás mais perto da tua essência. E quando isso acontece, queres que essa sensação te acompanhe para sempre. Porque, tudo aquilo que tens sentido até agora, não se<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_49a91774c61846b3923b92d485d5b400%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_425/6b6524_49a91774c61846b3923b92d485d5b400%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/O-MAPA-DO-TESOURO</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/05/09/O-MAPA-DO-TESOURO</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2017 16:34:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_49a91774c61846b3923b92d485d5b400~mv2.jpg"/><div>Pára por uns instantes. O que está a acontecer dentro do teu corpo? Existe movimento? Existe vida? Vida...já alguma vez a sentiste dentro de ti?</div><div>Quando começas a sentir essa energia interna, nem que seja por uns segundos, nem que seja por um dia, significa que estás mais perto. Estás mais perto de ti, do que alguma vez já estiveste. Estás mais perto da tua essência. E quando isso acontece, queres que essa sensação te acompanhe para sempre. Porque, tudo aquilo que tens sentido até agora, não se compara a esta lembrança que sempre esteve aí. E fazes de tudo para voltar a senti-la. Muito daquilo que pode ser feito, muitas vezes é procurado no exterior, fora de ti. Pode ser que aí fora, encontres pistas, símbolos, tal como num mapa, que te vão levar ao que à de mais belo em ti. Mas as respostas não deixam de estar aí dentro. Esse tesouro, pronto a ser usado, a ser sentido, a ser partilhado. Quando começas esta viagem, em busca de “ti”, já não queres voltar atrás. Tudo aquilo que viveste até então, fez todo o sentido numa determinada altura. Não estavas preparado para viver de outra maneira. Mas isso já lá vai.</div><div>Agora, as coisas estão a mudar. Estás a “sentir” esse pulsar dentro de ti. Essa excitação, pois é como se fosse uma novidade na tua vida. Não é a mesma coisa do que comprares um carro ou uma casa, novidades estas passageiras. Vêm de dentro de ti, sem motivo aparente. Haverão alturas que vais sentir dor. Alturas, em que ainda vais sentir sofrimento. Noutras vais sentir alegria, felicidade, Amor, que vão trazer cada vez mais motivação na tua caminhada. É com eles, que vais ultrapassar aqueles obstáculos que julgavas intransponíveis. E como por magia, descobres que, esses novos sentimentos que agora estão a apoderar-se de ti, não são teus aliados, mas a mais bela versão de ti mesmo. O sofrimento cessa. A dor, começa a ser usada a teu favor.</div><div>Estás finalmente a chegar a casa! </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>MÁSCARAS...SÓ NO CARNAVAL</title><description><![CDATA[Provavelmente já leste em algum lado “Aceita-te como és”. Uma frase simples, curta, que diz exactamente aquilo que precisas de saber. Não nos ensina o método. É um caminho que só nós o conseguimos percorrer. A forma como temos resistido a nós, faz com que transportemos couraças, faz com que utilizemos máscaras para nos proteger. Quando vamos trabalhar colocamos uma máscara. Quando estamos com os amigos, outra. Muitas vezes com a família, mais uma. E mesmo quando estamos sozinhos, não “somos”<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_a982eb5a571e43d3b0e8426ff1cb7c28%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/M%C3%81SCARASS%C3%93-NO-CARNAVAL</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/M%C3%81SCARASS%C3%93-NO-CARNAVAL</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2017 16:33:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_a982eb5a571e43d3b0e8426ff1cb7c28~mv2.jpg"/><div>Provavelmente já leste em algum lado “Aceita-te como és”. Uma frase simples, curta, que diz exactamente aquilo que precisas de saber. Não nos ensina o método. É um caminho que só nós o conseguimos percorrer. A forma como temos resistido a nós, faz com que transportemos couraças, faz com que utilizemos máscaras para nos proteger. Quando vamos trabalhar colocamos uma máscara. Quando estamos com os amigos, outra. Muitas vezes com a família, mais uma. E mesmo quando estamos sozinhos, não “somos” totalmente. Habituamo-nos às nossas falsas identidades, adquiridas através de heróis, pessoas famosas, entre outros. E quanto mais nos afastamos da nossa essência, mais confusão existe dentro de nós. Perdemos a nossa identidade, para sermos aquilo que achamos “mais correto”. Instala-se a ansiedade, a depressão. Um vazio dentro de nós. Tentamos preenche-lo com álcool, drogas, comida, tabaco, etc. E como isso não resulta, ficamos frustrados. Entramos num ciclo vicioso, um hábito como outro qualquer. O Carnaval aproxima-se. Talvez possamos utilizar estas máscaras uma última vez. Talvez, para já, possamos deixar algumas. Ou apenas uma. Seja o que for que decidirmos, está tudo bem. Mas quanto mais rápido o fizermos, mais rápido começamos a desfrutar de nós.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>FELICIDADE PARTILHADA</title><description><![CDATA[Somos seres completos. Já o somos. Parece que fazemos tudo para nos encontrar, fora de nós, onde tudo foge ao nosso controlo, onde tudo é impermanente. Buscamos nos outros parte de nós que simplesmente não nos lembramos que temos. Buscamos a atenção do outro, pois não nos damos a devida atenção. Ficamos magoados com o outro, porque ele não satisfaz os nossos desejos, mas estamos é magoados connosco. Gritamos com o outro, pois dentro de nós existe uma dor, que não estamos a conseguir entender.<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_e33b3078e5944abf8df144302de3ebad%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/FELICIDADE-PARTILHADA</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/FELICIDADE-PARTILHADA</guid><pubDate>Wed, 01 Feb 2017 16:23:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_e33b3078e5944abf8df144302de3ebad~mv2.jpg"/><div>Somos seres completos. Já o somos. Parece que fazemos tudo para nos encontrar, fora de nós, onde tudo foge ao nosso controlo, onde tudo é impermanente. Buscamos nos outros parte de nós que simplesmente não nos lembramos que temos. Buscamos a atenção do outro, pois não nos damos a devida atenção. Ficamos magoados com o outro, porque ele não satisfaz os nossos desejos, mas estamos é magoados connosco. Gritamos com o outro, pois dentro de nós existe uma dor, que não estamos a conseguir entender. Fazemos isto diariamente uns aos outros. Não nos apercebemos que aqueles em que projetamos os nossos problemas, são os nossos espelhos. São eles que nos dizem aquilo que precisamos de aceitar em nós. A partir do momento em que deixamos de resistir, de criar uma imagem daquilo que não somos, começamos a aceitar-nos. Começamos a sentir o nosso poder. Começamos a sentir um pulsar dentro de nós. Descobrimos que tudo aquilo que andávamos a absorver nos outros, sempre esteve cá dentro. Deixamos então de precisar dos outros. Com isto escolhemos caminhar e partilhar com eles a nossa felicidade. “Hapiness is only real when shared” H. David Thoreau</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A (IR)REALIDADE DO MEDO</title><description><![CDATA[Todos nós já sentimos esta emoção. O medo está presente em muitas áreas da nossa vida, e é através desta emoção que muitas vezes ficamos estáticos. Deixamos de fazer várias coisas por causa dele. Encontramos o conforto noutras pela mesma situação, tal como numa relação, ou num trabalho. Mas será esta emoção real? Sim, ela é real. Faz parte de nós. Perante uma situação de perigo, o nosso corpo se prepara. Estamos a atravessar uma estrada, e o medo de sermos atropelados, é um aliado à nossa<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_fbf4f78d2d9d48dcbaca539f6bff61ab%7Emv2_d_1899_1385_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_457/6b6524_fbf4f78d2d9d48dcbaca539f6bff61ab%7Emv2_d_1899_1385_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/A-IRREALIDADE-DO-MEDO</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/A-IRREALIDADE-DO-MEDO</guid><pubDate>Wed, 25 Jan 2017 16:30:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_fbf4f78d2d9d48dcbaca539f6bff61ab~mv2_d_1899_1385_s_2.jpg"/><div>Todos nós já sentimos esta emoção. O medo está presente em muitas áreas da nossa vida, e é através desta emoção que muitas vezes ficamos estáticos. Deixamos de fazer várias coisas por causa dele. Encontramos o conforto noutras pela mesma situação, tal como numa relação, ou num trabalho. Mas será esta emoção real? Sim, ela é real. Faz parte de nós. Perante uma situação de perigo, o nosso corpo se prepara. Estamos a atravessar uma estrada, e o medo de sermos atropelados, é um aliado à nossa segurança. A facilidade com que fugimos do Agora, faz com que criemos realidades “irreais”. Somos como um realizador a criar o nosso próprio filme. Um filme de terror.Infelizmente, este filme, não tem plateia para o assistir. Ele é criado dentro de nós. Somos viciados nisto. Pensamos compulsivamente e damos respostas desadequadas às nossas perguntas. Apegamo-nos para fugir de nós e das nossas emoções. E quando todas estas situações, não vão de encontro à nossa satisfação, ao nosso conforto, o Medo aparece. Aparece para nos ajudar a enfrentar aquela situação. O corpo prepara-se para esse fim, pois é essa a indicação que lhe estamos a dar. Estamos numa situação de perigo! No momento em que nos tornarmos, o primeiro espectador do nosso próprio filme, percebemos que estivemos a viver uma ilusão. Começamos então a desfrutar de um delicioso romance.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A TUA HISTÓRIA</title><description><![CDATA[Ao longo da tua vida, e até uma determinada idade, foste absorvendo tudo aquilo que estava à tua volta. Não podias questionar, não podias rejeitar. Absorveste as palavras, as ações, os exemplos. Absorveste tudo como a única verdade. Ensinaram-te a viver com um propósito, e aceitaste-o como o único caminho. Não és culpado. És um ser de aprendizagens, e como tal, foste aprendendo a estar no mundo. À medida que foste crescendo, por um lado começaste a questionar, e por outro defendeste as tuas<img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_53dea5bff2f14df1b601582af8dfd78e%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Paulo Cordeiro</dc:creator><link>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/A-TUA-HIST%C3%93RIA</link><guid>https://www.paulocordeiro.pt/single-post/2017/02/24/A-TUA-HIST%C3%93RIA</guid><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 16:43:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6b6524_53dea5bff2f14df1b601582af8dfd78e~mv2.jpg"/><div>Ao longo da tua vida, e até uma determinada idade, foste absorvendo tudo aquilo que estava à tua volta. Não podias questionar, não podias rejeitar. Absorveste as palavras, as ações, os exemplos. Absorveste tudo como a única verdade. Ensinaram-te a viver com um propósito, e aceitaste-o como o único caminho. Não és culpado. És um ser de aprendizagens, e como tal, foste aprendendo a estar no mundo. À medida que foste crescendo, por um lado começaste a questionar, e por outro defendeste as tuas crenças, tal com um guerreiro numa batalha. Defendeste-as como te ensinaram a fazer, lá atrás, como verdades absolutas. A vida brindou-te com experiências, umas agradáveis, outras nem tanto. Experiências que te levaram a desistir, outras que te levaram a apegar, outras mais prazerosas, mas no final foram apenas experiências. E foi com elas, que começaste a ser levado para outro caminho. Foi com elas que as tuas questões começaram a ser mais frequentes. As coisas começaram a não fazer sentido. O teu sistema de crenças, que tanto te agarraste ao longo da vida começou a desabar. Começaste a aperceber-te que tinhas sido enganado. A vida não era como te tinham contado. Afinal, a vida não tinha regras. Não tinha barreiras. Não existia um só caminho, mas incontáveis. No meio da dor, foste abrindo espaço, para algo que até então não tinhas feito. Pela primeira vez, começaste a deixar fluir a vida que há em ti. Pela primeira vez começaste a sentir o pulsar, a paixão, a intensidade com que podias seguir o teu caminho. Pela primeira vez sorriste...e começaste a viver!</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>